- A segunda quinzena de maio de 2026 terá ar frio de origem polar persistente sobre parte do centro‑sul do Brasil, com frente fria chegando no dia 17 de maio.
- O frio será menos intenso que no início de maio, mas as tardes devem ficar frias no Sul durante a terceira semana; madrugadas não devem registrar geadas amplas como entre 10 e 14 de maio.
- Do oeste ao sul de Mato Grosso, o vento frio deve reduzir as temperaturas entre 18 e 20 de maio, sem igualar o frio do começo da semana.
- Em São Paulo, Rio de Janeiro, Sul de Minas, na Mata Mineira e em Mato Grosso do Sul, a nebulosidade mantém as madrugadas mais brandas, mas inibe o aquecimento diurno, ampliando a sensação de frio.
- O centro das massas de ar polar deve passar pela Argentina e pelo Uruguai, seguindo para o mar, e não deve alcançar o Sul do Brasil com a mesma intensidade da segunda semana de maio.
A segunda quinzena de maio de 2026 terá ar frio de origem polar atuando sobre parte do Centro-Sul do Brasil. Frente fria ingressa no país no domingo, 17 de maio, mantendo o frio intenso por pelo menos uma semana. O cenário envolve nebulosidade persistente e queda gradual de temperatura.
O Sul deve vivenciar frio persistente, com quedas mais marcadas à noite e durante o dia. Em 18 a 20 de maio, o vento frio cruza o oeste e o sul de Mato Grosso, provocando novas quedas, mas sem igualar o rigor do início da semana.
A névoa de nuvens altas não permite madrugadas muito frias em parte do Sudeste e Centro-Oeste, como SP, RJ, Sul de MG e MS. A nebulosidade ajuda a manter a temperatura estável, reduzindo o etéreo aquecimento diurno.
Frio menos intenso, mas prolongado
Mesmo com o ar ainda relativamente frio, as temperaturas não devem cair tanto quanto na segunda semana de maio. A região Sul terá tardes frias no início da terceira semana de maio, com dias mais marcados pela brisa gelada.
Caminho da massa de ar e impactos regionais
As massas polares avançam para o Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile, com o centro de frio passando pela Argentina e Uruguai antes de direcionar-se ao oceano. O Sul brasileiro não deverá ser atingido de forma tão intensa como entre 9 e 14 de maio.
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