- Rio Branco teve o maior acúmulo de janeiro, 438,2 mm, 65% acima da média histórica, driven por sistemas convectivos e pela Alta da Bolívia.
- Belo Horizonte (410,8 mm) e Goiânia (411 mm) tiveram chuvas acima da média, influenciadas pela atuação de zonas de convecção na região. Brasília também ficou acima da média.
- Em São Paulo, as chuvas ficaram abaixo da média, com maiores volumes concentrados no litoral norte, Vale do Paraíba e áreas de divisa com Minas Gerais, de forma irregular.
- Manaus registrou volume expressivo, 334 mm, e o Rio de Janeiro ficou acima da média, com temporais em curtos intervalos distribuídos de forma irregular.
- No Sul e Nordeste, as chuvas foram irregulares; no litoral sul da Bahia houve os maiores registros, enquanto Belém ficou abaixo da média e o Norte/Nordeste apresentaram variações conforme a ZCIT e outros sistemas.
O mês de janeiro foi marcado por chuvas acima da média em Rio Branco, Goiânia e Belo Horizonte. O grande volume veio majoritariamente de sistemas convectivos impulsionados pela Zona de Convergência do Atlântico Sul, com calor e alta umidade elevando a instabilidade atmosférica.
Segundo o INMET, Rio Branco registrou 438,2 mm, 65% acima da média histórica. Belo Horizonte somou 410,8 mm e Goiânia, 411 mm. Em contraste, São Paulo teve acumulados próximos ou abaixo da média, com variação entre 229,8 mm e 262,8 mm nas áreas monitoradas.
Destaques por cidade
Rio Branco, AC, destacou-se pela chuva acima da média. A atuação de diversas ondas convectivas, associadas à alta da Bolívia, foi o principal motor desses totais. Em Brasília e Belo Horizonte, as duas primeiras ZCAS contribuíram para volumes expressivos.
Goiânia, GO, também teve acumulados elevados, acompanhando o padrão de áreas do Centro-Oeste. Em São Paulo, as precipitações ocorreram de forma irregular, com maior atuação no litoral norte e no Vale do Paraíba, mas sem influenciar drasticamente os reservatórios.
Panorama regional
No Sudeste, Sul e Nordeste as chuvas retornaram, mas nem sempre atingiram médias históricas. No Rio de Janeiro, o mês foi marcado por chuvas acima da média, porém distribuídas de forma irregular em grandes acumulados curtos.
Na região Norte, Manaus registrou 334 mm, acima do esperado, enquanto Belém teve precipitação irregular e abaixo da média. O litoral nordestino viu temporais irregulares, com destaque para o sul da Bahia.
Rio Branco ficou como o principal destaque entre as capitais em janeiro, seguido por Belo Horizonte e Goiânia. Em contrapartida, muitas áreas do Sudeste seguiram abaixo da média histórica para o mês.
Este balanço é elaborado com dados do INMET. Para acompanhar o histórico e as previsões, consulte as fontes oficiais e continue acompanhando as atualizações climatológicas.
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