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Vacinação em dia após os 60 anos é essencial para prevenção de doenças

Após os 60 anos, imunossenescência eleva risco de infecções; vacinação anual contra influenza e outras imunizações reduzem internação e mortalidade.

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  • Com o envelhecimento, o sistema imunológico se enfraquece (imunossenescência), aumentando a vulnerabilidade a infecções e complicações; manter a caderneta de vacinação em dia é essencial.
  • A vacina contra influenza é a principal recomendação para idosos, aplicada anualmente, especialmente nos meses de maior circulação, e faz parte do calendário do Ministério da Saúde.
  • Vacinas pneumocócicas ajudam a prevenir pneumonia; no SUS, o imunizante está disponível apenas para idosos acamados ou que vivem em instituições de longa permanência; a Covid-19 segue indicada para maiores de 60 anos pelo SUS, com reforços a cada seis meses.
  • No SUS, o Calendário Técnico Nacional de Vacinação do Idoso prevê hepatite B e, em casos específicos, difteria e tétano, febre amarela, tríplice viral e varicela; no privado, há indicação de herpes zóster e vírus sincicial respiratório (VSR).
  • A cobertura vacinal de pessoas com mais de 60 anos não chegou a cinquenta por cento em 2026; a falta de informação e a percepção de risco reduzem a adesão, por isso é fundamental consultar um profissional de saúde para revisar o histórico vacinal.

À medida que envelhecemos, manter a vacinação em dia se torna essencial para evitar doenças graves, hospitalizações e queda na qualidade de vida. Após os 60 anos, mudanças no organismo reduzem a eficiência da defesa imunológica, aumentando a vulnerabilidade a infecções.

A imunossenescência explica a redução gradual das defesas. Doenças comuns podem exigir mais tempo de recuperação. Médicos destacam a importância de manter a caderneta atualizada para gerar anticorpos e oferecer proteção ao contato com agentes infecciosos.

Além da idade, muitos idosos convivem com diabetes, hipertensão ou problemas cardiovasculares, fatores que elevam o risco de complicações. Estudos apontam que a influenza apresenta maior gravidade em pessoas com mais de 60 anos.

O papel da influenza

Entre as vacinas, a influenza é a principal recomendação para o público idoso, com aplicação anual durante a temporada de vírus respiratórios. A vacinação faz parte do calendário nacional de imunizações.

Vacinas pneumocócicas ajudam a prevenir pneumonia causada pelo pneumococo, mas na rede pública o imunizante está disponível principalmente para idosos acamados ou institucionalizados. A vacina contra a Covid-19 segue recomendada para pessoas acima de 60 anos e está disponível pelo SUS.

No SUS, o Calendário Nacional prevê hepatite B e, em situações específicas, difteria, tétano, febre amarela, tríplice viral e varicela. Quem tem acesso ao sistema privado pode imunizar-se contra herpes zóster e o VSR.

Desafios de cobertura vacinal

Pessoas acima de 65 anos registram maior mortalidade por SRAG, com influenza A entre as principais causas. Em várias capitais, houve aumento de casos entre idosos, segundo o Boletim Infogripe da Fiocruz, divulgado recentemente.

De acordo com o painel do Ministério da Saúde, a cobertura com a vacinação de idosos acima de 60 não atingiu 50% na campanha de 2026, sinalizando desafio de adesão. Fatores incluem percepção de risco e entendimento sobre calendário específico para adultos.

Caminhos para a atualização

Especialistas destacam que muitos idosos não sabem que existe um calendário vacinal dedicado a eles. Revisões de histórico vacinal devem ocorrer durante consultas médicas para evitar lacunas.

Atualizar a caderneta pode prevenir internações e preservar autonomia e qualidade de vida. Cada revisão pode reduzir prejuízos à saúde e evitar complicações graves.

Como agir agora

Quem não tem certeza sobre vacinas recebidas deve buscar orientação médica para checar o histórico vacinal. A orientação é manter o calendário em dia, com especial atenção à influenza e às vacinas recomendadas para idosos.

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