Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mãos fracas e visão turva: risco de corpo de celular preocupa especialistas

Postura de cabeça para frente exercita até 27 kg de pressão no pescoço, podendo comprometer discos, músculos e a respiração

Postura da cabeça para frente coloca até 27 kg de pressão sobre o pescoço
0:00
Carregando...
0:00
  • Estudos indicam que uso contínuo de celulares pode afetar o pescoço, a visão, a força muscular e a coordenação motora.
  • A chamada “postura da cabeça para frente” pode colocar até 27 kg de pressão sobre o pescoço, levando ao chamado pescoço tecnológico.
  • Dermatologistas alertam para irritações na pele sob smartwatches e possível sensibilidade a alguns componentes; recomendam remover o relógio com frequência e usar creme de barreira.
  • A luz externa e o tempo passado fora de casa parecem ter efeito protetor contra miopia, sugerindo que passar mais tempo ao ar livre pode ajudar a saúde ocular.
  • Especialistas sugerem pausas de 20 minutos a cada meia hora de tela, ajustar a tela ao nível dos olhos e adotar atividades manuais para manter a coordenação motora.

Nossos hábitos diante das telas têm sido alvo de estudos que indicam impactos diferentes no corpo, não apenas na mente. A discussão ganhou fôlego após relatos sobre sinais físicos em usuários de celulares, relógios inteligentes e monitores. Especialistas apontam que a relação entre tempo de tela e saúde é complexa e envolve posturas, pele, visão e coordenação motora.

A ideia central é que o uso excessivo pode favorecer uma postura da cabeça para frente, com risco de pressão no pescoço. Essa postura, associada ao olhar para baixo por longos períodos, pode desencadear desconfortos e, com o tempo, alterações na musculatura e na coluna. Recomenda-se ajustar o nível do celular aos olhos e fazer pausas regulares.

Impactos na visão e na coordenação

Estudos indicam que a exposição prolongada a telas pode influenciar a visão, com possível relação indireta com miopia em crianças e adolescentes. A explicação envolve a liberação de dopamina na retina pela luz externa, que parece ter efeito protetor. Passar mais tempo ao ar livre é sugerido como prática simples e benéfica para a saúde ocular.

A coordenação entre mãos e olhos também é citada como área sensível. Pesquisas sugerem que o tempo excessivo dedicado a tarefas em telas pode, ao longo do desenvolvimento, reduzir a coordenação motora fina. Em contrapartida, atividades manuais contínuas, como cozinhar, tocar um instrumento ou escrever à mão, podem ajudar a manter habilidades motoras.

Pele, pele sob dispositivos e força das mãos

O uso de relógios inteligentes e a presença constante de dispositivos no pulso podem favorecer irritações, eczema e sensibilidade a componentes como níquel e acrilatos. A pele sob o relógio pode perder barreira protetora se mantida úmida e escura por longos períodos. Recomenda-se remoção frequente do dispositivo e aplicação de creme de barreira quando o uso for prolongado.

Além disso, a força de aperto das mãos tem sido considerada indicador de saúde geral e, em várias regiões, tem mostrado declínio entre jovens. Exercícios simples de fortalecimento e a prática de atividades físicas ajudam a manter a função muscular e a aptidão física.

Para reduzir efeitos adversos, especialistas sugerem intervalos regulares de pausa durante o tempo de tela, com recomendação de pausar por 20 minutos a cada meia hora de uso. Manter telas ao nível dos olhos, a distância de um braço, aparece como medida prática para reduzir tensão cervical.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais