- O ministro Alexandre de Moraes arquivou o inquérito contra Carla Zambelli por coação no curso do processo e obstrução de investigação envolvendo organização criminosa.
- A decisão, proferida no dia 13, seguiu a manifestação da Procuradoria-Geral da República e conclusão da Polícia Federal de que as ações da ex-parlamentar não passaram de retórica.
- O inquérito foi instaurado em junho de 2025, logo após Zambelli deixar o país.
- Ela havia sido condenada, meses antes, a 10 anos de prisão, perda do mandato e multa de R$ 2 milhões pela invasão ao CNJ; a ex-deputada nega irregularidades.
- A PF apontou que Zambelli, mesmo com perfis bloqueados, usou páginas suas e de terceiros para pedir doações via Pix; não houve conluio com agentes estrangeiros ou impacto no trâmite de processos no STF.
O ministro do STF Alexandre de Moraes arquivou o inquérito contra a ex-deputada Carla Zambelli por coação no curso do processo e obstrução de investigação envolvendo organização criminosa. A decisão foi proferida no dia 13, após manifestação da PGR e conclusão da Polícia Federal. A PF sustentou que as ações de Zambelli não passaram do campo da retórica.
O inquérito foi instaurado em junho de 2025, logo após a ex-parlamentar sair do país. Um mês antes, ela havia sido condenada a 10 anos de prisão, perda do mandato e multa de R$ 2 milhões pela invasão ao CNJ. Zambelli sempre negou irregularidades.
Contexto do inquérito
A PF apontou que, mesmo com perfis bloqueados, Zambelli utilizou páginas em seu nome e de terceiros para pedir doações via Pix. A investigação mostrou que a maior parte das doações foram valores baixos, provenientes de apoiadores, sem indícios de conluio com agentes estrangeiros.
Andamento do caso
O relatório pericial destacou que as condutas não teriam, de fato, impactado as ações penais no STF. A PGR informou que não havia evidências de participação de terceiros ou de atos que alterassem o curso de inquéritos. Assim, Moraes decidiu pelo arquivamento.
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