- O ministro André Mendonça passa a ser o novo relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal, indicado após a saída de Dias Toffoli.
- Mendonça acumula poderes ao manter à frente da investigação do INSS e será vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em dobradinha com Nunes Marques.
- A escolha ocorreu por sorteio no sistema interno do STF na noite de quinta-feira (12).
- O governo, Congresso e Judiciário observam as reações em Brasília, com atenção especial ao PT e ao entorno de Lula.
- Setores da PF, do Banco Central e do INSS comemoraram a indicação; o senador Carlos Viana afirmou tratar-se de ótima notícia.
O ministro André Mendonça passou a ser o relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). A designação ocorreu após a saída de Dias Toffoli e o sorteio no sistema interno da corte, na noite de quinta-feira (12). Mendonça já acumulava poderes por conduzir a investigação de fraudes no INSS.
A escolha o coloca como peça central em um ano decisivo para governo, Congresso e Judiciário, com eleições no radar. Ele também assume a vice-presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em dupla com Nunes Marques, o que amplia o papel dele na linha de frente eleitoral.
Outros pontos do cenário indicam que setores estratégicos do governo e da segurança pública veem a nomeação com cautela e interesse. A atuação de Mendonça diverge de tradicionais alinhamentos políticos, segundo fontes ouvidas pelo espaço.
Contexto institucional
A indicação ocorre num momento de tensões entre Congresso, STF e Banco Central, com impactos sobre a atuação do TSE e da Justiça Eleitoral. Mendonça é visto como técnico e com perfil menos litigante, o que é observado com expectativa por parte de alguns setores do governo.
O histórico de Mendonça inclui indicação pelo então presidente Jair Bolsonaro para o STF, além de manter boa relação com a família Bolsonaro. Análise aponta que o novo papel reforça a influência do ministro em temas sensíveis de checagem eleitoral e de políticas públicas.
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