- Após pressão de diversos setores, o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria da apuração sobre o Banco Master; o ministro André Mendonça foi sorteado nesta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, como novo relator.
- Mendonça herdará todas as provas e atos relacionados ao processo, mantendo o que já existia na gestão de Toffoli.
- A decisão ocorreu após reunião de todos os ministros do STF, que rejeitaram a retirada de Toffoli e pediram novo sorteio para redistribuição dos trabalhos.
- Em nota conjunta, os ministros expressem apoio a Toffoli e disseram não haver indícios de suspeição, destacando que ele atendeu a pedidos da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República; a presidência fará a redistribuição dos autos.
- A reunião ocorreu das 16h15 às 19h, com retomada das 20h às 20h30, motivada pela revelação de uma menção ao nome de Toffoli em mensagem no celular de Vorcaro, ainda sob segredo de Justiça.
O Supremo Tribunal Federal anunciou que Dias Toffoli deixou a relatoria da apuração sobre o Banco Master. A decisão ocorreu após pressão de diversos setores. Nesta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, André Mendonça foi sorteado como o novo relator do caso.
Mendonça passa a herdAR todas as provas e atos relacionados à investigação. A mudança ocorre após críticas à atuação de Toffoli, ligada ao entorno do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, segundo apurações da imprensa.
A decisão foi tomada após reunião de ministros no STF, que rejeitou a possibilidade de retirar Toffoli da relatoria. Um novo sorteio foi requisitado pelo ministro, com apoio dos colegas.
Desdobramentos
Todos os 10 ministros assinaram uma nota em defesa de Toffoli, destacando a inexistência de suspeição. O texto afirma que Toffoli atendeu a pedidos da PF e da PGR, e que houve acordo para redistribuição dos autos.
A reunião teve início por volta das 16h15 e terminou às 19h, com pausa, retornando às 20h e seguindo até as 20h30. O impulso para a mudança veio após a PF localizar menção ao nome de Toffoli em mensagem de Vorcaro, cujo conteúdo permanece em segredo.
O que ocorre a seguir
A Presidência do STF vai promover a redistribuição dos feitos à nova relatoria. A extinção da antiga ehuma (sigla interna) será providenciada, com remessa dos autos ao novo relator. O objetivo é seguir o andamento processual com neutralidade.
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