- O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, parabenizou Jorge Messias pela indicação ao STF durante a abertura do ano Judiciário de 2026.
- A sabatina de Messias ficou Em aberto após atrito entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que chegou a estabelecer prazo de dez dias para buscar apoio nos gabinetes.
- A indicação gerou mal-estar entre parlamentares do governo e de setores do Senado, além de ter sido alvo de críticas por manter-se a escolha de um homem branco.
- Movimentos identitários criticaram a composição e apontaram a necessidade de maior representatividade de mulheres e negras.
- A oposição resgatou um parecer que aponta abertura para procedimento abortivo, rejeitando Messias sob a alegação de que ele seria “mais petista do que evangélico”.
O presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti, parabenizou Jorge Messias pela indicação ao STF durante a abertura do Ano Judiciário de 2026. A cerimônia ocorreu na segunda-feira, 2, em Brasília. Simonetti elogiou a nomeação e desejou sucesso na sabatina.
Messias é advogado-geral da União. A OAB destacou que a sabatina deve ocorrer em breve e ressaltou a defesa da Constituição, da democracia e da atuação da advocacia. A fala ocorreu no contexto da cerimônia de abertura do Judiciário.
A indicação provocou impactos políticos. No Senado, o presidente Rodrigo Pacheco já tinha anunciado apoio ao seu próprio indicado para o STF, o senador Rodrigo Pacheco. A sabatina foi alvo de adiamento por divergências entre governo e Legislativo.
Além das questões políticas, surgiram debates sobre representatividade. Movimentos identitários questionaram a escolha de um homem branco. Em governos anteriores, houve pressão por nomes que aumentassem a diversidade no STF.
Parlamentares da oposição passaram a analisar posições do advogado-geral, incluindo parecer sobre aborto. A leitura é de que Messias poderia ter posições divergentes de setores moderados, alimentando resistências ao seu nome.
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