- A Polícia Federal cumpriu mandado de prisão domiciliar contra Filipe Martins, ex-assessor internacional de Jair Bolsonaro, neste sábado.
- A medida foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após a prisão do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, que fugiu para o Paraguai e acabou detido.
- Martins já usava tornozeleira; as medidas cautelares foram convertidas em prisão domiciliar.
- Integrantes da PF informaram à CNN Brasil que outras medidas contra condenados pelo STF seguem em sigilo.
- O advogado de Martins, Jeffrey Chiquini, disse que a decisão atenta contra o Código de Processo Penal e a Constituição, alegando que o réu não cometeu crime e que a defesa foi desconsiderada.
A Polícia Federal cumpriu na manhã de hoje um mandado de prisão domiciliar contra Filipe Martins, ex-assessor internacional do ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após a prisão de Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da PRF, que fugiu para o Paraguai.
Martins já cumpria outras medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica. A PF informou que a prisão domiciliar passou a vigorar, substituindo as medidas anteriormente em vigor.
Segundo apuração de integrantes da PF, outras medidas contra condenados pelo STF seguem em andamento, ainda em sigilo. Não houve confirmação de detalhes sobre os demais casos.
Reação da defesa
O advogado de Filipe Martins, Jeffrey Chiquini, criticou a decisão, alegando violação ao Código de Processo Penal e à Constituição. A defesa sustenta que o réu não cometeu crime e que houve violação de direito de defesa durante o processo.
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