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Primeiras 24 horas com Siri AI no Mac mostram desempenho e limitações

Siri AI no macOS vinte e sete ainda está em preview: útil para calcular médias a partir de capturas, mas não executa ações em apps e revela índices de desempenho limitados

Photo: Antonio G. Di Benedetto / The Verge
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  • O Siri AI chega ao macOS 27 Golden Gate em fase de prévia para testes, com melhorias perceptíveis, mas ainda em desenvolvimento.
  • Na prática, ele consegue abrir apps, mas não executar ações dentro deles, o que limita o uso para tarefas de benchmark.
  • O autor testa o recurso para automatizar coleta e cálculo de resultados de benchmarks a partir de capturas de tela, obtendo resultados parcialmente úteis.
  • Siri AI funciona melhor dentro do ecossistema Apple, tendo dificuldades com conteúdos fora dele, como fotos e arquivos em apps não nativos ou usados em serviços de terceiros.
  • A análise indica que, apesar de avanços, ainda há limitações e inconsistências, o que torna o recurso menos determinante no momento e dependente de melhorias futuras.

O autor testou pela primeira vez a Siri AI em macOS 27 Golden Gate, em beta de desenvolvedor, durante pouco mais de 24 horas. O objetivo foi verificar utilidade prática em um Mac, diferente do uso comum no iPhone. O teste ocorre em meio a limitações apontadas pelos usuários em estágios iniciais do recurso.

Segundo relatos, colegas já estão avaliando a Siri AI em iPhone e Apple Watch, com impressões positivas em alguns casos. No Mac, o autor encontrou um conjunto de limitações mais evidente, especialmente no que diz respeito a ações dentro de apps e integração com conteúdos não Apple.

O teste ainda está em fase precoce e sujeito a melhorias antes do lançamento final. Não há confirmação de indexação completa de arquivos no dispositivo de avaliação, o que complica aferições sobre desempenho real em tarefas de benchmarking e busca de dados locais.

Desempenho e limitações no Mac

Ao ativar Siri AI no Mac, o usuário observou que a assistente consegue abrir apps, mas não executar ações dentro deles. Em benchmarking, Shortcuts não conseguiu automatizar completamente testes, limitando-se a abrir ferramentas e capturar resultados. A expectativa era automatizar testes de Geekbench ou Cinebench, o que não ocorreu.

Integração com dados locais e fluxos de trabalho

Para logging de dados, houve tentativa de Siri calcular médias a partir de capturas de tela em Finder. O recurso funcionou, em alguns momentos, distinguindo diferentes tipos de pontuações (CPU single-core, multicore e GPU) e apresentando tabelas simples. Contudo, misturar diferentes tipos de testes ou dados pode gerar distorções.

Compatibilidade de conteúdo e alcance

A experiência mostrou maior acurácia quando o conteúdo está dentro do ecossistema Apple. Perguntas sobre fotos ou mensagens direta em Photos e Messages trouxeram resultados relevantes, mas conteúdo de terceiros (Signal, Google Photos, Lightroom Classic) não foi tão facilmente acessível. A equipe ainda aguarda indexação completa de arquivos locais.

Impressões gerais

O autor destaca que, apesar das limitações, a Siri AI no Mac oferece avanços frente a versões anteriores, mas difere bastante da experiência no iPhone. No geral, o recurso é visto como promissor, com potencial de melhoria ao longo do tempo, especialmente conforme desenvolvedores ampliam a integração com ferramentas de automação e dados locais.

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