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Janja afirma que Cazarré disfarça machismo em opinião e dissemina fake news

Janja acusa Cazarré de veicular desinformação sobre feminicídio em debate ao vivo; cerimônia celebra 100 dias do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio

Primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, discursa em evento sobre os 100 dias do "Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio"
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  • A primeira-dama Janja disse que o ator Juliano Cazarré disseminou fake news em rede nacional ao afirmar que mulheres matam mais que homens, during debate na GloboNews.
  • Ela citou o vídeo como base para a desinformação, destacando que a afirmação não é verdadeira segundo checagem.
  • Janja participou da cerimônia dos 100 dias do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, com a presença de Lula e de dirigentes do STF e da Câmara; o presidente do Senado não compareceu.
  • A primeira-dama criticou a disseminação de ódio contra mulheres nas redes, mencionando o movimento “redpill” e a misoginia online.
  • O pacto, lançado em fevereiro pelo presidente Lula, visa cooperação entre Poderes para combater a violência de gênero, mas foi criticado na época por não apresentar medidas concretas.

Rosângela da Silva, a Janja, afirmou hoje que o ator Juliano Cazarré disfarçou machismo em opinião ao divulgar uma informação falsa durante um debate na GloboNews. Segundo ela, a publicação alega números que não condizem com a realidade.

A declaração ocorreu durante cerimônia que celebra os 100 dias do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. O ato reuniu o presidente Lula e autoridades do Judiciário e do Legislativo, com a ausência do presidente do Senado.

Janja também criticou a disseminação de ódio contra mulheres nas redes sociais, apontando o movimento conhecido como redpill. Ela reforçou que a luta contra o feminicídio não pode ser tratada como disputa política.

Contexto do Pacto e críticas ao lançamento

O Pacto foi lançado pelo presidente Lula em fevereiro, visando cooperação entre Poderes para enfrentar a violência de gênero. Na ocasião, não houve anúncio de recursos, contratação de pessoal ou criação de órgão específico, apenas planos para o futuro.

A primeira-dama ressaltou a necessidade de ações concretas e destacou a importância de não permitir que ataques virtuais impactem a vida real. Ela afirmou que proteger mulheres exige envolvimento de todos os setores da sociedade.

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