Em Alta NotíciasFutebolBrasileconomiaPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Salvadoreanos expulsos por Trump lutam contra o esquecimento após um ano sob Bukele

Um ano após deportações ordenadas por Trump, cinco salvadorenhos permanecem desaparecidos nas prisões de Bukele, enquanto famílias buscam medidas na CIDH

Deportados llegan al CECOT, en San Salvador (El Salvador), desde EE UU, el 16 de marzo de 2025.
0:00
Carregando...
0:00
  • Quinze de março de dois mil e vinte e cinco: Brandon Sigarán e mais de duzentos venezuelanos foram deportados para El Salvador, enviados direto ao Cecot e mantidos isolados de familiares.
  • Enquanto os venezuelanos foram devolvidos à Venezuela em julho, cinco salvadorenhos deportados continuam desaparecidos nas prisões de Bukele, sem contato com advogados ou familiares.
  • Human Rights Watch já informou sobre a situação de desaparecimento forçado e a CIDH pediu medidas cautelares; quatro dos desaparecidos seriam localizados no sistema carcerário de El Salvador até novembro.
  • Kilmar Abrego García, deportado junto com os venezuelanos, voltou aos Estados Unidos e luta pelo direito de viver no país; outros familiares dizem que não houve novidades sobre os casos.
  • Advogado Kelvi Zambrano atua pro bono e pretende apresentar uma petição à CIDH para responsabilizar o Estado de El Salvador; as famílias continuam buscando respostas e apoio jurídico.

O governo dos Estados Unidos deportou, em março de 2025, mais de 250 venezuelanos para El Salvador, entre eles Brandon Sigarán, deportado junto com outros. Ao chegar, todos foram enviados à prisão de máxima segurança Cecot, da qual nunca mais obtiveram contato com familiares. A medida gerou controvérsia e denúncias de prisões arbitrárias.

Famílias de pelo menos cinco salvadorenhos expulsos permanecem sem notícias, apesar de ações legais. Tomadas por dúvidas, buscaram habeas corpus, recursos e medidas na CIDH, sem obter respostas até agora. O caso inclui a ausência de contato com advogados e familiares durante meses.

Kilmar Abrego García tornou-se símbolo da polêmica: devolvido aos EUA, ele luta pelo direito de viver no país onde passou a vida. Entre os deportados salvadorenhos, outros quatro permanecem desaparecidos nas prisões de Bukele, segundo organizações de direitos humanos.

Contexto

Em 15 de março, o aniversário da deportação, a situação de Brandon Sigarán e dos demais visa acender o debate sobre o impacto humano da operação. A família de Herbert Sigarán fala de depressão e dificuldades, com desvio de rotina e perda de renda.

Situação atual

Ouvidos por jornalistas, advogados relatam que, até o momento, não houve divulgação oficial sobre a situação de quatro dos cinco salvadorenhos. O quinto, Brandon, continua internado no Cecot, sem detalhes sobre acusações ou condenações.

Desdobramentos legais

Advogados tentam levar o caso à CIDH com uma petição para responsabilizar o Estado salvadorenho por violações de direitos humanos. As ações também envolvem órgãos salvadorenhos e internacionais, buscando garantias de acesso a informações e a defesa.

Impacto humano

Famílias ressaltam o dano emocional e econômico causado pelo isolamento. O tempo sem notícias alterou rotinas, relações familiares e planos de vida, com consequências psicológicas e profissionais para os que permanecem no exterior.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais