- Uma vítima de Jeffrey Epstein, Svetlana Pozhidaeva, afirma que o presidente do Bard College, Leon Botstein, ajudou a legitimar Epstein ao manter contato frequente com ele e viajar com ele para a ilha de Epstein em dezembro de 2012.
- A revisão independente realizada pela WilmerHale, solicitada pelo conselho do Bard, analisa as comunicações de Botstein com Epstein, doações associadas ao caso e outros pontos relevantes.
- Pozhidaeva disse que Epstein e Botstein pareciam próximo e que a presença de pessoas de alto nível ajudava Epstein a soar mais sofisticado, o que a deixou sentir-se insegura para questionar o comportamento dele.
- Documentos disponíveis mostram viagens e encontros envolvendo Botstein, Epstein, Bill Gates e a família Black, incluindo uma viagem de barco e um jantar; o Bard afirmou que Botstein ficou com gripe durante a viagem e se isolou, segundo o que foi divulgado pela instituição.
- A diretora de comunicações do Bard afirmou que Botstein apoia a decisão do conselho de iniciar a revisão independente e que ele não testemunhou nada inadequado nem teve visibilidade sobre os crimes de Epstein; a análise também envolve o histórico de conduta sexual da instituição.
O Bard College abriu uma investigação independente sobre as ligações entre o presidente Leon Botstein e Jeffrey Epstein. A análise abrange comunicações do presidente, contribuições financeiras associadas a Epstein e outros aspectos relevantes.
A vítima Svetlana Pozhidaeva, ex-modelo e ex-funcionária de Epstein, afirmou ao Guardian que Botstein era visto com Epstein com frequência. Ela descreveu encontros em que Epstein era visto como figura de intelecto e influência.
Investigação e contexto
A revisão está a cargo do escritório WilmerHale, anunciada em fevereiro pelo conselho do Bard. O objetivo é entender a extensão das comunicações de Botstein com Epstein e qualquer financiamento ligado ao caso.
Declarações da instituição
A Bard informou que Botstein apoia a decisão de conduzir a revisão independente e não comentará durante o processo. A instituição afirma que ele não testemunhou nada inapropriado e não teve visibilidade sobre os crimes de Epstein.
Viagens e correspondência
Entre os itens examinados estão relatos de uma viagem de Botstein à ilha de Epstein em 2012 e diálogos de assistentes sobre logística de viagem. A Bard já havia informado que a viagem envolveu outras figuras e gerou uma doação singular à instituição.
Implicações e contexto histórico
A cobertura atual amplia o escrutínio sobre as décadas de atuação de Botstein na Bard. A análise também aborda questões passadas de conduta sexual e de procedimentos da instituição diante de denúncias.
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