- Tebet trocará o MDB pelo PSB para disputar o Senado por São Paulo.
- Ela deve compor a chapa de Fernando Haddad (PT) ao governo paulista; a vaga adicional ao Senado ainda não está definida, com Marina Silva (Rede) entre os nomes cogitados.
- O MDB, partido de Tebet, integra o governo Lula, mas é liderado em São Paulo pela oposição ao presidente, o que motivava o obstáculo à candidatura.
- Em 12 de março, Tebet confirmou a candidatura ao Senado por São Paulo, atendendo a um pedido de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e afirmou que vinha sendo estimulada há meses.
- Na mesma declaração, a ministra disse que ainda não havia definido o partido e que haveria até o início de abril para decisões formais devido às regras de desincompatibilização.
A pré-candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet, trocaria o MDB pelo PSB para disputar a eleição deste ano. Tebet atua como ministra do Planejamento no governo Lula e a mudança de sigla ocorre num cenário de oposição do MDB em SP ao atual governo.
A expectativa é que Tebet integre a chapa liderada por Fernando Haddad (PT) ao governo paulista. A definição da composição para o Senado ainda depende de negociações, com Marina Silva (Rede) entre os nomes cotados para ocupar a vaga.
Sobre o anúncio e o timing
Em 12 de março, Tebet confirmou a intenção de disputar o Senado por São Paulo, após atender a um pedido de Lula e de Geraldo Alckmin (PSB). Ela afirmou ter recebido estímulos para a candidatura há meses, sem definição de sigla na ocasião.
A ministra disse que ainda não havia decidido por qual partido concorrer, e que teria até o início de abril para formalizar a desincompatibilização de cargos no Executivo, conforme as regras eleitorais.
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