- Bolívia voltou a investigar casos de narcotráfico conjuntamente com a Agência antidrogas dos Estados Unidos (DEA), mesmo antes da reabertura formal do escritório da agência no país.
- A informação foi repassada à Agência de notícias Franz a partir de entrevista com Ernesto Justiniano, czar antidrogas boliviano e vice‑ministro da Defesa Social.
- A relação entre os dois países ficou interrompida em 2008, quando o presidente Evo Morales rompeu relações e expulsou a DEA por alegações de apoio a um complô contra o governo.
- Justiniano afirmou que há trabalhos conjuntos em andamento, e que espera que a DEA tenha um escritório permanente na Bolívia no futuro.
- O anúncio ocorre 18 anos após a expulsão da DEA, destacando a retomada gradual da cooperação bilateral no combate ao narcotráfico.
A Bolívia voltou a investigar casos de narcotráfico em conjunto com a DEA, a agência antidrogas dos Estados Unidos, mesmo antes de a autoridade americana reabrir seu escritório no país após 18 anos de expulsão. A informação foi repassada à AFP pelo czar antidrogas boliviano, Ernesto Justiniano.
Na prática, o acordo de cooperação permanece ativo com investigações conjuntas em andamento, segundo Justiniano, que ocupa o cargo de vice-ministro da Defesa Social e responsável pela política de combate às drogas. Ele afirmou ainda que espera que o escritório da DEA tenha uma presença permanente no país.
O contexto histórico envolve a ruptura de relações entre a Bolívia e os EUA em 2008, quando o então presidente Evo Morales expulsou a DEA por suposto apoio a um complô contra seu governo. A retomada de cooperação acontece em meio a esforços bolivianos de ampliar a parceria internacional no combate ao narcotráfico.
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