- Uma jornalista americana identificada como Shelly Kittleson foi sequestrada em Bagdá por um grupo armado iraquiano considerado apoiado pelo Irã.
- O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou que trabalha para a libertação da jornalista “o mais rápido possível”.
- Autoridades iraquianas prenderam um suspeito ligado ao sequestro e apreenderam um dos veículos usados no crime.
- As forças de segurança continuam as buscas para localizar os demais envolvidos e obter a libertação da jornalista, segundo o Ministério do Interior do Iraque.
- A comunidade jornalística e organizações de defesa reiteraram a importância da liberação segura de Kittleson, que atua como freelancer na região.
Uma jornalista americana foi sequestrada em Bagdá por um grupo armado iraquiano apoiado pelo Irã, segundo autoridades dos EUA. A denúncia ocorre em um momento de deterioração regional de segurança após ataques entre EUA, Israel e Irã.
A jornalista foi identificada como Shelly Kittleson por grupos de defesa da imprensa e pela Al-Monitor, veículo para o qual ela trabalha. Kittleson era freelancer com atuação de longa data no Oriente Médio.
O sequestro ocorreu em Bagdá, conforme fontes da segurança iraquiana, que não divulgaram a identidade da vítima nem do autor. Quatro homens em roupas civis teriam levado a jornalista a bordo de um veículo.
Segundo o Departamento de Estado dos EUA, uma pessoa ligada ao grupo miliciano apoiado pelo Irã, o Kataib Hezballah, foi detida pelas autoridades iraquianas. A busca por outros envolvidos segue em curso.
As autoridades iraquianas disseram ter interceptado o veículo que tentou fugir e que uma das viaturas usadas foi apreendida. O caso é tratado como prioridade pela segurança do país.
A imprensa internacional informou que a operação foi centrada na parte leste da capital, rumo ao veículo utilizado pelos sequestradores. As investigações continuam para localizar as demais pessoas envolvidas.
Al-Monitor e o International Women’s Media Foundation destacaram a relevância do trabalho de Kittleson na região e exigiram a liberação imediata e segura da jornalista. A organização enfatizou a importância de manter o trabalho jornalístico.
Contexto regional
O sequestro ocorre em meio a tensões entre EUA e Irã, após ataques de 28 de fevereiro que elevaram o nível de risco para americanos no Iraque. Autoridades reforçam recomendações de segurança e de evacuação para cidadãos.
Reação oficial
O Departamento de Estado reiterou que trabalha para a liberação da jornalista o mais rápido possível e orientou americanos a seguir avisos de viagem. A nota também ressaltou o esforço de cooperação com autoridades iraquianas.
Entre na conversa da comunidade