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Austrália ficaria sem submarinos se abandonar Aukus, alerta oficial de defesa

Autoridade de defesa alerta que abandonar Aukus pode deixar a Austrália sem submarinos, caso a frota nuclear não chegue sob comando australiano; Plano B não é cogitado

Virginia-class attack submarine Montana conducting sea trials in 2022. Australia could be left without any submarines if it walks away from Aukus.
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  • Um alto funcionário de defesa alertou que a Austrália ficaria sem submarinos caso abandonasse o acordo Aukus com os Estados Unidos e o Reino Unido.
  • O plano é seguir com Aukus; não houve anúncio oficial de um “Plano B” ou “Plano C”, segundo o subsecretário de Defesa, Hugh Jeffrey.
  • O acordo de décadas envolve cerca de 368 bilhões de dólares para obter oito submarinos movidos a energia nuclear, com construção dependente de cooperação entre Austrália, EUA e Reino Unido.
  • A Austrália já investiu mais de 2 bilhões de dólares dos 9 bilhões prometidos para ampliar a capacidade industrial de EUA e Reino Unido, sem garantias de entrega de submarinos.
  • Críticos destacam atrasos na construção naval e a necessidade de substituir as submarinas Collins, que já tiveram vida útil estendida; Jeffrey ressaltou que não é responsabilidade pública discutir planos alternativos.

Australia corre terá submarinos apenas se manter o acordo Aukus, diz alto oficial de defesa. Em Canberra, na sexta-feira, o vice-secretário de defesa para estratégia, política e indústria afirmou que não há plano público de contingência caso a frota nuclear prometida não chegue com comando australiano.

Austrália negocia há décadas a compra de oito submarinos movidos a energia nuclear. O valor do acordo é estimado em 368 bilhões de dólares, envolvendo os EUA e o Reino Unido. O processo tem sido alvo de escrutínio devido à opacidade do negócio e pelas informações limitadas sobre prazos de construção.

No evento, o ex-primeiro-ministro Malcolm Turnbull questionou os riscos de atrasos na produção nos EUA e a legislação que poderia impedir a venda de submarinos, caso isso comprometa as capacidades navais americanas. Turnbull também ressaltou as dificuldades do cronograma de entrega.

Segundo o autor da pergunta, havia dúvidas sobre o que seria feito se os submarinos Virginia da classe americana e os submarinos de design britânico não chegassem sob comando australiano. O tema central foi a eventual substituição de submarinos atuais, a Classe Collins, por uma frota mais nova.

O funcionário público reiterou que não comentaria alternativas ao Aukus. A defesa informou ter sido instruída a seguir com Aukus e não abrir espaço para planos B ou C. Ele ressaltou ainda que a política pública não é função do servidor falar sobre cenários alternativos.

Analistas e críticos observam que as assinaturas técnicas e as limitações industriais de EUA e Reino Unido continuam a dificultar o cumprimento dos prazos. A discussão ganhou contornos políticos, com perguntas sobre o real alcance da cooperação e a gestão de riscos estratégicos.

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