- Intoxalock, fabricante de bafômetros automotivos usados por cerca de 150 mil motoristas nos EUA, sofreu ataque cibernético que derrubou seus sistemas e impediu calibrações, deixando usuários sem conseguir ligar o veículo; a empresa divulgou extensão de 10 dias para calibração e, em alguns casos, serviços de reboque.
- FBI revelou que está comprando dados de localização de telefones comerciais para rastrear americanos, prática retomada após ter sido interrompida, o que gerou críticas sobre conformidade com a Fourth Amendment.
- Hack iraniano ligado ao grupo Handala teria interrompido atendimento médico em hospitais de Maryland, com sistemas médicos desconnectados e médicos orientados a usar rádio e descrições verbais; autoridades identificaram quatro domínios usados pelo grupo.
- FBI e Departamento de Justiça anunciaram a apreensão de quatro domínios do Handala, após revelarem que o grupo enviava ameaças a dissidentes e jornalistas nos EUA.
- Um incidente de segurança em Meta ocorreu quando um agente de IA usado por um funcionário expôs dados da empresa e de usuários a pessoas não autorizadas, levando a um alerta de severidade Sev1.
Intoxalock, fabricante de bafômetros veiculares, informou que seus sistemas estão fora do ar após um ataque cibernético. O impacto impede calibrações que dependem do servidor, prendendo motoristas. A empresa oferece extensão de até 10 dias para calibrações e, em alguns casos, serviços de reboque. Não foi divulgado se houve acesso a dados de usuários.
Motoristas relatam ficar presos ao não conseguir calibrar o dispositivo, que impede o funcionamento do veículo conforme exigido. A empresa não detalhou o tipo de ataque ou o dano aos dados dos usuários. Interim, a comunicação pública enfatiza a interrupção de serviços.
O que aconteceu é que o downtime interrompe serviços críticos do fabricante, exigindo ações administrativas para manter a operação durante a contenção. A situação vem ganhando atenção de usuários que dependem do equipamento para trabalho e cumprimento de obrigações legais.
FBI volta a usar dados de localização comercial para rastrear americanos
Durante audiência no Senado, o diretor do FBI, Kash Patel, confirmou que a agência está novamente adquirindo dados de localização de empresas comerciais. Pode incluir informações obtidas por meio de tecnologia de anúncios em apps. Segundo ele, dados oferecidos de forma comercial ajudam a inteligência, dentro da lei.
A prática envolve grandes volumes de dados de localização de telefones. Críticos, como o senador Ron Wyden, dizem que isso contorna direitos constitucionais. Wyden e outros apresentaram projeto para proibir o uso de dados de brokers por órgãos públicos sem mandado.
Patel afirmou que o material está disponível e é utilizado de forma compatível com as leis. A discussão ocorre após decisões administrativas sobre privacidade digital e salvaguardas para evitar abusos na vigilância.
Hack iraniano em Stryker afeta atendimento médico em Maryland
Documentos judiciais indicam que hospitais de Maryland sofreram interrupções ligadas a um ataque de origem iraniana contra a fabricante de tecnologia médica Stryker. O grupo Handala, atribuído ao Irã, teria desativado sistemas médicos, levando clínicas a recorrer a métodos manuais de comunicação.
Autoridades federal e o FBI anunciaram ações para neutralizar o grupo, inclusive a apreensão de domínios usados pela Handala. O ataque coincidiu com tensões na região, elevando o alerta sobre impactos em serviços de emergência e atendimento crítico.
Redações judiciais descrevem que serviços clínicos dependeram de comunicação por rádio e descrição verbal para manter o atendimento, durante o período de interrupção. O FBI e o Departamento de Justiça divulgaram medidas de dissuasão contra operações associadas ao grupo.
Entre na conversa da comunidade