- O Congresso negocia o financiamento do Departamento de Segurança Nacional (DHS) e a paralisação parcial permanece, com Democrats tentando financiar TSA e DHS sem relação com imigração, mas os republicanos bloqueando.
- Uma contraproposta democrata foi recebida pela Casa Branca e está sob avaliação, enquanto líderes republicanos a criticaram como repetitiva.
- Em Atlanta, o aeroporto internacional Hartsfield‑Jackson teve filas de segurança superiores a duas horas na manhã de terça-feira; situação similar foi observada em Houston.
- Mais de trezentos agentes da TSA teriam deixado o cargo ou saído, e muitos não receberam salário desde o início da paralisação.
- CEOs de grandes companhias aéreas pediram aos legisladores que restabeleçam o financiamento do DHS; o ex-presidente Donald Trump pediu que os agentes voltem ao trabalho.
O impasse no financiamento do Departamento de Segurança Nacional dos EUA (DHS) mantém a paralisação parcial do órgão. A disputa envolve a aprovação de verba para o DHS, que gerencia a segurança de aeroportos e oficiais de proteção. A pausa ocorre após atrasos na negociação entre Câmara e Senado.
Oficiais do DHS relatam que a queda no orçamento já afeta operações de fiscalização. Os agentes da TSA continuam trabalhando, mas sem pagamento, classificados como trabalhadores essenciais. Milhares de voos podem sofrer com atrasos à medida que a situação se estende.
Na prática, aeroportos com grande movimento registram filas longas. Em Atlanta, o aeroporto internacional Hartsfield-Jackson teve filas que ultrapassaram duas horas pela manhã. Em Houston, as esperas oscilaram entre 90 e 100 minutos.
Contexto do impasse
O Mecanismo envolve propostas dos democratas para liberar verbas do TSA e do DHS sem vincular a reformas migratórias, e a resistência de republicanos. A bancada sustenta que mudanças em enforcement são necessárias para avançar, o que bloqueia o orçamento.
Impactos e reação setorial
Funcionários afirmam que a falta de pagamento agrava dificuldades familiares e financeiras. A Associação de Funcionários Governamentais destaca que milhares de agentes estão sem remuneração desde o início da paralisação, aumentando a pressão sobre o sistema de segurança.
Ao setor privado, CEOs de grandes companhias aéreas pedem que o financiamento seja retomado. Em carta, executivos de American, Delta, Southwest e JetBlue destacaram que viagens aéreas sofrem com a continuidade do impasse.
Observadores apontam que o foco político transforma a segurança dos viajantes em questão de política. Autoridades ressaltam que a situação pode ampliar filas e atrasos de voos até que haja acordo orçamentário entre as casas do Congresso.
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