- O secretário da Defesa, Pete Hegseth, disse estar ansioso para ver David Ellison assumir a CNN, citando o acordo de aquisição de cem bilhão de dólares pela Paramount para a CNN‑parent Warner Bros.
- Hegseth criticou a cobertura da CNN sobre o impacto da interrupção iraniana no estreito de Hormuz, que elevou os preços do petróleo e abalou o mercado.
- O Pentágono restringiu o acesso da imprensa, levando cerca de trinta grandes veículos a perder credenciais, com autoridades de defesa recebendo novos veículos.
- A CNN manteve sua apuração, dizendo que stand by a reportagem sobre a disposição do Irã de fechar o estreito, com fontes familiarizadas com o assunto.
- Parlamentares de ambos os lados expressaram preocupação com a fusão Paramount-Warner Bros, temendo redução de opções e aumento de custos para consumidores; a aprovação depende do governo e da FCC.
O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, declarou nesta sexta-feira que está ansioso para ver David Ellison, aliado de Trump, assumir a CNN. Ele criticou a cobertura midiática dos EUA sobre a guerra com o Irã e disse que a mudança na propriedade seria benéfica para a rede.
Hegseth, ex-apresentador da Fox News e veterano de combate, referiu-se ao acordo de 110 bilhões de dólares envolvendo a aquisição da CNN-patrimônio Warner Bros pela Paramount Skydance. A declaração ocorreu no 14º dia do conflito e mira a cobertura do estreito de Ormuz, uma rota de comércio crucial.
O Pentágono restringiu o acesso da imprensa e expulsou dezenas de veículos, incluindo Fox, The Washington Post e Reuters, diante de políticas de credenciamento. Autoridades de defesa convidam novos veículos de imprensa para cobrir o tema.
A CNN manteve a posição de que sua apuração está correta, afirmando que o Pentágono e o Conselho de Segurança Nacional subestimavam a disposição do Irã em fechar o estreito. Um porta-voz da CNN disse que a rede permanece firme em sua reportagem.
David Ellison, filho do bilionário Larry Ellison, tem fortes vínculos com a administração de Donald Trump e lidera a operação de aquisição da Warner Bros pela Paramount, após a aquisição da CBS News em 2025, resultado de fusão com a Skydance Media. A administração de Trump precisa aprovar o negócio, que recebeu sinalização positiva da FCC.
Representantes de ambos os partidos sinalizam preocupação com a possível fusão, destacando riscos para a concorrência, custos ao consumidor e a independência editorial. Parlamentares pedem avaliação cuidadosa de impactos na imprensa livre e no pluralismo de mídia.
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