- O apoio a direitos civis aponta aumento de ódio anti‑muçulmano, anti‑palestino e antissemita nos EUA desde o início da guerra de Israel na Faixa de Gaza, após o ataque de 7 de outubro de 2023.
- A Liga Anti-Difamação (ADL) registrou 9.354 incidentes antissemíticos nos EUA em 2024, alta de 5% em relação a 2023 e recorde desde 1979.
- 28 de janeiro de 2025: carro colide na entrada da sede de uma ordem religiosa judaica em Nova York; crime de ódio investigado.
- 22 de maio de 2025: dois diplomatas israelenses são mortos durante evento em Washington, D. C.; o atirador foi acusado de terrorismo e crimes de ódio, com motivação relacionada ao conflito Israel‑Gaza.
- 6 de novembro de 2024: dois estudantes judeus foram agredidos durante manifestação pró-Israel em Chicago; o suspeito se declarou culpado de agressão e de crimes de ódio.
Recentes atos de violência contra judeus nos Estados Unidos foram observados por defensores de direitos civis como parte de um aumento de discurso e ataques antissemitas desde o início da ofensiva israelense na Gaza, em outubro de 2023.
Relatórios apontam ainda elevação de incidentes anti‑muçulmanos e antipalestinos, além do antissemitismo, em meio ao conflito pela região. A escalada envolve ações isoladas e ataques a instituições judaicas, com consequências para comunidades diversas.
A Anti-Defamation League (ADL) registrou 9.354 incidentes antissemíticos nos EUA em 2024, alta de 5% frente a 2023 e recorde desde o início do acompanhamento, em 1979. O quadro representa um crescimento de 344% nos últimos cinco anos e 893% na última década.
Casos recentes
Em 28 de janeiro, carro atingiu a entrada de uma sede de uma ordem religiosa judaica em Nova York; ninguém ficou ferido. A polícia investiga o caso como possível crime de ódio.
Em 22 de maio de 2025, dois diplomatas israelenses foram assassinados durante um evento em Washington, DC. O agressor foi acusado de terrorismo e crimes de ódio; há relatos de que teria declarado motivação pró-Palestina.
Em 18 de fevereiro de 2025, autoridades da Flórida iniciaram investigação de crime de ódio após disparos contra dois homens que se pensava serem palestinos, mas que eram visitantes israelenses. As vítimas sobreviveram; um foi atingido no ombro, o outro no antebraço.
Em 6 de novembro de 2024, dois estudantes judeus foram agredidos em DePaul University, em Chicago, durante uma manifestação pró-Israel. O suspeito admitiu agressão e respondeu a acusações de violência.
Em 26 de outubro de 2024, um homem de 39 anos, usando kippá, foi baleado ao caminhar para uma sinagoga em Chicago. O suspeito foi detido 30 minutos depois e indiciado por tentativa de homicídio, entre outros crimes.
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