- O governo dos EUA organizou quase 50 voos charter para repatriar cidadãos desde o início do conflito com o Irã, segundo um diplomata oficial.
- Até quinta-feira, foram 47 mil cidadãos dos EUA que retornaram à América desde 28 de fevereiro, principalmente em voos comerciais.
- O Departamento de Estado informou ter oferecido orientação de segurança ou assistência a cerca de 32 mil americanos afetados pela crise.
- Foram solicitadas, ou aceitas, poucas pessoas aos assentos disponíveis, com muitos optando por permanecer no país ou usar opções de voos comerciais mais flexíveis.
- A evacuação por voos charter será reduzida e o transporte terrestre será diminuído conforme melhora a disponibilidade de voos comerciais; incidentes recentes, como um ataque com drone a uma instalação diplomática nos arredores do Iraque, seguem sob monitoramento.
A administração Trump organizou quase 50 voos fretados para retornar cidadãos dos EUA do Oriente Médio desde o início do conflito entre EUA/Israel e Irã, em 28 de fevereiro. A informação foi passada por um diplomata do Departamento de Estado, que pediu anonimato.
Até quinta-feira, o governo afirmou que, apesar da redução na demanda, foram realizados cerca de 47 mil retornos de cidadãos americanos à distância de vários voos comerciais. O governo também informou ter fornecido orientação ou assistência a milhares de estadounidenses afetados pela crise.
O Departamento de Estado informou ainda que, por meio de uma força-tarefa, ofereceu orientação de segurança e assistência a cerca de 32 mil cidadãos impactados. A maior parte dos interessados optou por permanecer no país ou seguir por voos comerciais, que oferecem mais flexibilidade.
A pasta comunicou que pretende reduzir os voos fretados e o transporte terrestre, acompanhando a melhora da disponibilidade de voos comerciais. Enquanto isso, instalações dos EUA na região continuaram sob pressão, com um ataque de drone atingindo uma importante instalação diplomática no Iraque.
Ressalta-se que a redução de voos ocorre em meio a novos alertas de Irã e a risco de ataques de milícias apoiadas pelo país. Autoridades continuam monitorando a evolução da situação para orientar deslocamentos e medidas de segurança.
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