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Guerra sem prazo: Operação Fúria Épica de Trump mira desgastar Irã do ar

Operação aérea dos EUA contra Irã, descrita como a mais letal e precisa da história, busca mudança de regime com ataques a marinha, instalações e plataformas

Maniobras iraníes en el estrecho de Ormuz previas al ataque de Israel y Estados Unidos este sábado.
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  • EUA e aliados lançaram a operação aérea chamada “Furia épica” contra o Irã, com o objetivo de pressionar mudanças de regime, segundo Donald Trump, em um esforço descrito como massivo e contínuo.
  • Os bombardeios de sábado combinaram mísseis Tomahawk de navios próximos às águas iranianas, ataques de caças e uso de drones, com foco em alvos de alto valor, incluindo instalações da Guarda Revolucionaria Islâmica e instalações subterrâneas associadas ao programa nuclear.
  • Um ataque atingiu uma escola feminina em Minab, no sul do Irã, deixando mais de 85 mortos, a maioria meninas, conforme a agência estatal IRNA.
  • O Comando Central dos Estados Unidos informou que nenhum soldado americano ficou ferido nos ataques do sábado. Irã respondeu com ataques a bases dos EUA no Golfo Pérsico.
  • Especialistas apontam que a operação não envolve tropas no terreno e não prevê uma intervenção terrestre imediata; a capacidade de atacar pode durar vários dias, mas exigir novos suprimentos para manter o esforço.

O governo dos Estados Unidos anunciou a operação aérea denominada Furia Épica contra o Irã, prevista para ocorrer de forma contínua e de grande escala. O objetivo é atacar a Marinha iraniana, o programa de mísseis e autoridades iranianas, com intenção de provocar mudança de regime, segundo fontes da administração.

O Pentágono afirma que a ofensiva empregará o maior músculo militar em Oriente Médio em quase 25 anos. Oficiais destacam que a operação visa reduzir capacidades estratégicas do Irã, incluindo instalações de defesa aérea e alvos subterrâneos ligados ao programa nuclear.

A ofensiva foi iniciada neste fim de semana, com ataques diurnos a partir de navios de guerra posicionados na região e de caças dos Estados Unidos. Segundo o Comando Central, nenhum soldado americano ficou ferido nos ataques iniciais.

Ataques e alcance

Os ataques atingiram alvos no Irã, incluindo áreas próximas ao estreito de Ormuz, Urmia e Teerã. Drones e mísseis Tomahawk foram empregados para neutralizar defesas iranianas e instalações consideradas de alto valor.

A ofensiva também teria atingido instalações da Guarda Revolucionária Islâmica e possíveis instalações nucleares. A operação envolve uma força conjunta denominada Scorpion Strike, com participação de forças aéreas, terrestres e navais dos EUA e de aliados israelenses.

Reação iraniana e contexto regional

O Irã respondeu com mísseis contra bases norte-americanas no Golfo Pérsico. Analistas apontam que um dos efeitos esperados é a tentativa de fechamento do estreito de Ormuz, o que impactaria o tráfego de petróleo na região.

Especialistas indicam que, por ora, o esquema não prevê uma intervenção terrestre de grande escala no Irã. A liderança dos EUA sinalizou riscos de baixas entre seus militares, mantendo a possibilidade de operações prolongadas sem invasão terrestre.

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