- Postagens no TikTok e no Snapchat incentivam alunos de até 11 anos a participar de “guerras escolares”, promovendo violência.
- A Polícia Metropolitana pediu às plataformas para banir contas que promovam esses confrontos e ameaças.
- Um dos posts fala numa “guerra norte de Londres” entre alunos do 7º ao 11º ano, com quatro escolas no “lado vermelho” e quatro no “lado azul”; outro promove uma “guerra Hackney” com imagens de armas, como facas, compasso e fogos de artifício.
- Várias escolas de Londres enviaram cartas aos pais alertando sobre as postagens e reforçando medidas de segurança.
- O tema está sob monitoramento das autoridades; o secretário de Saúde informou que levantou o assunto no governo, enquanto alguns alunos duvidam da veracidade dos posts, considerando possível boato.
Pessoas de 11 anos ou menos estão sendo incentivadas a participar de brigas escolares por meio de postagens no TikTok e no Snapchat. A polícia metropolitana pediu que plataformas bloqueiem contas que promovam “guerras escolares” e imagens de armas. Diretores de escolas alertaram os pais sobre o conteúdo.
A Met informou que está ciente dos posts e mantém contato com bairros de Londres para oferecer tranquilidade. Em comunicado, a polícia mencionou ter solicitado a desativação de uma dezena de contas cujo conteúdo incentivava violência ou ameaças. Não houve confirmação de prisões ou ações legais específicas até o momento.
Algumas instituições de ensino enviaram cartas aos familiares para advertência. Em Fortismere, a escola de Haringey, no norte de Londres, foi mencionada a circulação de atividades que estimulam jogos chamados de tagging ou guerras entre escolas. Em Graveney, em Tooting, houve reforço de medidas de segurança, incluindo a possibilidade de buscas em alunos se necessário.
Ações das autoridades
A polícia reforçou que monitora espaços online e tem colaborado com plataformas para combater conteúdos potencialmente perigosos. Além disso, pediu que pais conversem com os filhos sobre os riscos de participar de tais atividades e de encontrar-se com pessoas desconhecidas.
Reação da comunidade escolar
Professores e diretores destacaram a necessidade de manter mensagens claras sobre segurança. Algumas escolas já adotaram procedimentos de vigilância mais rigorosos nas dependências e reforçaram a comunicação com responsáveis. Houve também orientações sobre como denunciar conteúdos suspeitos.
Verificação de conteúdo e contexto
Houve ceticismo entre estudantes de que as postagens representem ameaças reais. Um aluno de 10º ano informou à imprensa que muitos boatos parecem ter caráter alarmista e que não há confirmação de planos práticos. Medidas de contenção foram adotadas ainda sem evidência de incidentes.
Contexto financeiro e político
O conteúdo repercutiu em audiências de autoridades de saúde e educação. O Secretário de Saúde, Wes Streeting, comunicou ter levado o assunto a instâncias superiores do governo para avaliação de medidas. O tema segue sob apuração de autoridades competentes.
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