- A Guarda Revolucionária de Cuba informou que quatro tripulantes de uma lancha rápida procedente dos Estados Unidos foram mortos após não obedecer à ordem de parada e atirar contra a embarcação policial.
- Seis ocupantes ficaram feridos, assim como o comandante da lancha cubana; todos os feridos foram evacuados e receberam atendimento médico.
- A lancha aproximou-se a uma milha náutica ao nordeste do canalizo El Pino, em Cayo Falcones, município de Corralillo, província de Villa Clara, em águas territoriais cubanas.
- O Ministério do Interior não divulgou identidades, nacionalidades ou motivações dos ocupantes da lancha; as investigações continuam para esclarecer os fatos.
- Cuba já havia registrado incidentes semelhantes nos últimos anos envolvendo lanchas rápidas vindas dos Estados Unidos que atiraram contra forças cubanas ou colidiram com patrulhas, com feridos e mortos.
Oito mortos, quatro civis de uma lancha rápida procedente dos Estados Unidos foram relatados pela Guarda Costeira de Cuba após não obedecerem a ordem de parada e terem aberto fogo contra a patrulha. O confronto ocorreu em águas territoriais cubanas, próximo ao canal El Pino, no cayo Falcones, Corralillo, Villa Clara.
Quatro tripulantes da lancha norte-americana morreram, e seis ficaram feridos, segundo o Ministério do Interior. Além disso, o comandante da embarcação cubana ficou ferido durante o incidente, que teve evacuação imediata dos feridos para atendimento médico.
A identidade dos ocupantes da lancha, bem como a nacionalidade e as motivações, não foram divulgadas pelo Minint. O veículo aproximou-se a uma milha náutica ao nordeste do canal El Pino, dentro de águas cubanas, segundo o comunicado oficial.
Contexto e desdobramentos
O Minint afirma que Cuba manterá a defesa de suas águas e que a soberania nacional está em jogo diante de desafios regionais. Investigações técnicas e legais serão realizadas pelas autoridades competentes para esclarecer os fatos.
Incidentes envolvendo lanchas rápidas de origem norte-americana não são inéditos na região. Em 2022, houve casos em que embarcações dos EUA dispararam contra forças cubanas perto de Villa Clara, resultando em ferimentos a um oficial. Em outra operação, uma lancha no oeste de Cuba colidiu com uma patrulha, levando ao naufrágio da lancha e morte de parte da tripulação.
As autoridades cubanas costumam registrar casos de lanchas rápidas abandonadas ou capturadas na costa norte, usadas para migrantes, o que é descrito como violação territorial e prática de tráfico humano.
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