Em Alta NotíciasFutebolPolíticaBrasilEsportes

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Polícia fortemente armada patrulhará locais de culto e protestos em NSW

Nova unidade permanente de crimes de ódio em New South Wales patrulhará locais de culto e protestos com viaturas de resposta rápida, gerando críticas dos Verdes sobre risco à segurança

NSW police commissioner Mal Lanyon says the long-arm capability helps authorities move from a reactive to a proactive policing model.
0:00
Carregando...
0:00
  • A polícia de New South Wales patrulhará edifícios públicos de alto perfil, locais de culto e manifestações com armas de fogo de longo alcance, após a unidade criada após o ataque de Bondi tornar-se permanente.
  • Cerca de duzentos e cinquenta policiais vão transformar a Operação Shelter em uma unidade permanente de crimes de ódio, com coordenação em tempo real, treinamento, logística e veículos de resposta rápida especiais.
  • O governo de Minns afirma que a permanência garante resposta rápida; os Greens criticam, dizendo que não impede protestos e pode aumentar riscos de violência.
  • O ataque de Bondi ocorreu em dezessete de dezembro, com 15 mortos, motivando a criação da unidade e medidas de segurança reforçadas.
  • A Operação Shelter registra oitocentos e quinze incidentes antissemitos ou islamofóbicos até agora, com mais de duzentas e trinta pessoas presas; números contestados por inconsistências de categorização.

O governo de NSW tornou permanente a Operação Shelter, criada em 2023 para enfrentar antissemitismo e islamofobia. Ao todo, cerca de 250 policiais vão transformar a operação em uma unidade fixa de crimes de ódio, com apoio logístico e tático.

A nova estrutura utilizará veículos de resposta rápida adaptados e funcionará ao lado da unidade de resposta rápida já existente, com coordenação em tempo real, treinamento e inteligência. A medida visa acelerar ações em locais de grande movimento e eventos.

O que mudou

A decisão ocorreu dois meses após o ataque em Bondi, que deixou 12 mortos e feriu várias pessoas, o pior ataque terrorista na história recente do país. A permanência da unidade visa resposta rápida a incidentes, especialmente em locais públicos e em templos.

A mudança recebeu críticas dos Verdes, que afirmam que a medida não impede protestos e pode aumentar riscos de violência. Sue Higginson ressaltou que policialis armados de alto calibre não evitam manifestações, apenas elevam o potencial de dano.

Contexto e números

O governo informou que o núcleo será suplementado pela Operação Shelter, com foco em dissuasão e atuação proativa. A polícia também cita treinamento, logística e maior presença em eventos e locais sensíveis.

O comissário Mal Lanyon afirmou que a presença armada é essencial para mudar de uma atuação reativa para uma atuação proativa. A meta é manter a segurança da comunidade e dissuadir quem pretenda agir de forma violenta.

A operação já havia registrado, até agora, cerca de 815 incidentes antissemitas ou islamofóbicos, com mais de 230 detenções. Críticos questionam a veracidade dos números, que teriam passado por reclassificações na avaliação de incidentes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais