- Os EUA ampliam consideravelmente a presença militar no Oriente Médio diante de tensões com o Irã, com duas pontes de ataque (grupos de porta-aviões) a caminho, cerca de doze navios no total e fifty aeronaves adicionais, além de aeronaves de reabastecimento e comunicação.
- Analistas dizem que esse despliegue indica uma campanha prolongada, não apenas ataques pontuais, e que o Irã deve considerar retaliação se o conflito ocorrer.
- O governo Trump realizou a segunda rodada de negociações indiretas com o Irã em Genebra; persistem divergências sobre enriquecimento de urânio e o programa de mísseis, com um prazo citado de aproximadamente 10 a 15 dias para um acordo.
- O Board of Peace de Trump realizou a primeira reunião em Washington para discutir Gaza; compromissos totais incluem 7 bilhões de dólares em apoio de membros, mais 10 bilhões dos EUA, com cinco países enviando tropas e Jordânia e Egito treinando polícia.
- Trump sinaliza novas vendas de armas a Taiwan e mantém diálogo com Xi, com viagem prevista a Beijing em abril; governo também discute como moldar a narrativa sobre Taiwan no contexto da relação com a China.
O governo dos Estados Unidos intensificou o deslocamento de forças no Oriente Médio, elevando a possibilidade de ataques contra o Irã. A administração sinaliza preparação para ações mesmo sem confirmação de decisão final sobre um ataque.
Fontes militares indicam que a presença de duas groups de carrier strike, com milhares de membros e dezenas de aeronaves, já está no local, acompanhada por reforço de energia aérea. A Marinha também discrimina 12 navios na região, com planos de expansão de operações no curto prazo.
Analistas ouvidos pelo Meio Norte destacam que o acúmulo sugere uma campanha prolongada, não apenas um ataque pontual. Em retaliação, o Irã, e aliados regionais, podem ampliar alvos, elevando o risco de escalada.
Diplomacia em curso envolve negociações indiretas com o Irã sobre o programa nuclear. Washington afirma manter aberto o canal, enquanto persiste a pressão sobre enriquecimento de urânio, mísseis balísticos e o apoio de Teerã a grupos proxy.
Contexto e perspectivas
O presidente Donald Trump ainda não definiu um objetivo claro para a possível ofensiva e variam as mensagens entre aliados no Congresso que defendem mudanças no regime iraniano e a estratégia de enfraquecer capacidades militares e nucleares de Teerã.
Caso haja ataque, o conjunto provável de alvos incluiria centros de comando, instalações de produção de mísseis e instalações nucleares, com início provável de ações para neutralizar defesas aéreas e lançadores de mísseis. O objetivo final permanece incerto.
Board of Peace e desdobramentos
Na agenda externa, Trump reuniu o primeiro encontro do Board of Peace, em Washington, para discutir a paz em Gaza. O evento contou com participação de representantes estrangeiros e de membros da administração, com anúncios de aportes financeiros para ajuda humanitária.
Além disso, Trump sinalizou uma condução cautelosa das vendas de armas para Taiwan, mantendo diálogo com Beijing. O presidente planeja viagem a Xangai em breve, após manifestar desejo de demonstrar ações relevantes antes da visita.
Asia e além
No âmbito asiático, analistas destacam que a postura sobre Taiwan e a segurança regional está sujeita a alterações, com impactos potenciais sobre alianças e equilíbrio estratégico na região. Outros temas globais emergem com a continuidade de negociações na Europa entre Rússia, Ucrânia e interlocutores ocidentais.
Yoon Suk-yeol, ex-presidente da Coreia do Sul, foi condenado à prisão perpétua por tentativa de golpe. A decisão envolve mobilização de forças para o uso indevido do aparelho estatal, segundo o veredito judicial.
Este resumo apresenta o que se sabe até o momento sobre escaladas no Oriente Médio, diplomacia nuclear e movimentos políticos internacionais, sem pressupor conclusões ou juízos.
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