- A Telegram afirmou não ter encontrado brechas em sua criptografia e rejeitou uma acusação do governo russo de que serviços de inteligência estrangeiros conseguem ver mensagens de soldados russos.
- A declaração foi feita em resposta a solicitação da Reuters.
- A empresa acusa a alegação de ser uma fabrication proposital para justificar a proibição do aplicativo no país.
- A Telegram diz que a medida buscaria forçar usuários a adotarem uma plataforma estatal de vigilância e censura.
- A nota ocorreu em meio a tensões sobre segurança e controle de comunicações na Rússia.
O Telegram afirmou não terem sido detectadas falhas na criptografia de seus serviços, refutando alegação do governo russo de que serviços de inteligência estrangeiros conseguem ver mensagens de soldados russos. A resposta veio após a Reuters solicitar esclarecimentos.
A empresa diz que a acusação é uma fabricação deliberada destinada a justificar a proibição do Telegram e impor aos cidadãos uma plataforma de mensagens sob controle estatal, com fins de vigilância em massa e censura. A posição foi publicada nesta sexta-feira em resposta à reportagem da Reuters.
Segundo a mensagem da companhia, não houve evidência de violação na criptografia das mensagens trocadas na plataforma. A Telegram também ressalta que trabalha para manter a privacidade de seus usuários e evitar o uso indevido de seus serviços.
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