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Basílica de São Pedro aumenta segurança sem militarização

Vaticano intensifica a segurança na Basílica de São Pedro após atos de vandalismo, mantendo tom discreto para não militarizar e preservar a sensação de liberdade

Interior of St. Peter's Basilica on the day of a Mass led by Pope Leo XIV for the Catholic feast of the Presentation of Jesus, at the Vatican, February 2, 2026. REUTERS/Vincenzo Livieri
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  • O Vaticano vai aumentar a segurança na Basílica de São Pedro, após atos de vandalismo, mas busca evitar a “militarização” do local.
  • O cardeal Mauro Gambetti afirmou que mais de 20 milhões de pessoas passaram pela basílica no último ano e que os incidentes foram “muito limitados” diante do volume de visitantes.
  • As visitas já passam por controle na entrada, com 40 a 60 pessoas atuando na segurança interna de forma discreta; as novas medidas devem ser mais contidas.
  • Gambetti questionou até onde ir na proteção, evitando exceder limites que tornem o espaço menos livre para quem entra.
  • Ele pediu aos jornalistas que não incentivem comportamentos imitativos, destacando a importância de educar as pessoas e evitar a divulgação de tutoriais que facilitem ações semelhantes.

O Vaticano vai ampliar a segurança na Basílica de São Pedro após atos de vandalismo, sem promover a militarização do espaço. A medida é anunciada diante das comemorações do 400º aniversário da dedicação da catedral, uma das maiores da Cristandade.

Cardeal Mauro Gambetti afirmou que mais de 20 milhões de pessoas passaram pela Basílica no último ano e que os incidentes foram “muito limitados” frente ao fluxo de visitantes. As ações visam proteger espaços específicos, mantendo o local com uma sensação de liberdade.

Agora, visitantes passam por triagem na entrada, e entre 40 e 60 pessoas atuam de forma discreta na segurança interna, afirmou Gambetti. As medidas serão discretas e de baixo perfil, segundo o clérigo.

Medidas de proteção e equilíbrio

Gambetti disse que a direção avalia o limite entre proteção e militarização para não restringir a experiência dos fiéis. O objetivo é manter a Basílica como um espaço acessível, sem impor restrições excessivas.

O cardeal também pediu cautela aos veículos de comunicação para evitar incentivar comportamentos imitáveis, destacando que a sociedade atual facilita cópias de ações mediante redes sociais e tutoriais online.

Historicamente, o componente central de segurança tem sido assunto desde incidentes no altar principal, sob um command canopy de Bernini. Em outubro passado, um homem não identificado foi preso após subir ao altar e urinar no espaço.

Em fevereiro de 2025, outro homem subiu ao altar e derrubou várias candelárias. Em junho de 2023, um homem de origem polonesa desnudou-se e realizou protesto semelhante no altar.

Gambetti ressaltou que o Vaticano compreende vulnerabilidades sociais que podem favorecer esse tipo de ato e destacou a necessidade de entender e enfrentar fraquezas na sociedade para evitar episódios futuros.

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