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Chefes de defesa alertam sobre Rússia: rearmamento não é provocação

Chefes de defesa britânicos e alemães dizem que rearmamento não é guerra, é resposta responsável para dissuadir a Rússia, com aumento de investimentos e indústria de defesa

A British Challenger 2 tank in arctic camouflage takes part in a Nato exercise in Estonia, 2 February 2026.
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  • Chefes de defesa do Reino Unido e da Alemanha afirmam que a rearmamento é necessário para dissuadir a Rússia e manter a paz na Europa, diante de uma postura militar cada vez mais voltada ao oeste.
  • Na conferência de Munique, líderes europeus discutiram a necessidade de ampliar os gastos com defesa, com a Otan fixando a meta de 5% do PIB até 2035.
  • O acordo de cooperação entre Reino Unido e Alemanha, conhecido como Trinity House (2024), é visto como caminho para uma integração sem precedentes entre as duas nações.
  • Medidas em andamento incluem a construção de pelo menos seis fábricas de munições no Reino Unido e a Alemanha estacionando permanentemente uma brigada de combate na frente leste, com financiamento de defesa ampliado.
  • A iniciativa Safe da União Europeia deve investir € 150 bilhões para fortalecer a base industrial de defesa europeia, destacando a importância de uma estratégia de defesa integrada e de sociedade.

Dois dos maiores dirigentes militares da Europa ressaltaram, nesta sexta, a necessidade de reforçar a defesa diante do que descrevem como aumento da ameaça russa. Sir Richard Knighton, chefe do Estado-Maior da Defesa do Reino Unido, e General Carsten Breuer, chefe da blindagem alemã, apresentaram o argumento durante o debate público sobre segurança na Europa.

Os dois militares defenderam que a Europa precisa se preparar com maior dissuasão e cooperação. O texto coloca o foco na transição de políticas de paz após a Guerra Fria para um cenário em que a dissuasão é crucial diante do aumento da postura militar russa perto de suas fronteiras.

O contexto destaca decisões recentes: a NATO estabeleceu meta de gastar 5% do PIB com defesa até 2035; o anúncio foi feito na cúpula de Haia no ano passado, conforme as autoridades associadas. O objetivo é sustentar a capacidade de resposta europeia.

No artigo, os autores afirmam que a unidade entre aliados é essencial para evitar que a Rússia interprete sinais de fraqueza. Eles ressaltam que a dissuasão depende de cooperação entre países, tecnologia e capacidade industrial.

Entre as medidas citadas, destacam-se a cooperação entre Reino Unido e Alemanha, com o acordo Trinity House de 2024, que facilitará cooperação e investimentos. Também mencionam o reforço da indústria de defesa europeia.

Os líderes destacam investimentos em infraestrutura de defesa e na base industrial, citando fábricas de munições em construção no Reino Unido e o reforço de batalhões na Alemanha. A ideia é manter produção constante para sustentar operações.

A iniciativa europeia Safe, com aporte de até 150 bilhões de euros para a base industrial de defesa, é mencionada como parte da resposta a novos riscos de segurança. O texto aponta que a capacidade de produção é essencial para a dissuasão.

Por fim, os autores afirmam que a defesa não é apenas tarefa de militares, exigindo uma abordagem de toda a sociedade. Eles defendem diálogo aberto com o público sobre custos, responsabilidades e estratégias de proteção.

A matéria reforça que, segundo Knighton e Breuer, a Europa tem potencial para atuar de forma unificada, fortalecendo a capacidade de deter agressões. O texto ressalta a importância de um esforço conjunto entre Estados e setores privados.

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