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9 Dicas para se proteger de multidões no Carnaval

Multidões no Carnaval podem ser perigosas: densidade alta gera ondas de pressão; leia sinais, encontre saída e proteja-se rapidamente

Fotografia de um bloquinho de carnaval lotado de pessoas.
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  • Riscos em multidões no Carnaval incluem esmagamento, asfixia e pisoteamento, com registros históricos de incidentes graves em grandes assembled de pessoas, como a hajj.

  • Sinais de risco: quando a densidade chega a próximos de quatro a cinco pessoas por metro quadrado, é hora de sair com calma; se não for possível mover as mãos livremente ou tocar o próprio rosto, o risco já é alto.

  • Como sair com segurança: mapear os arredores para escolher a direção de saída; procurar caminhos menos lotados e, se necessário, buscar saída temporária acima de obstáculos.

  • Postura durante a pressão: manter-se em pé para evitar efeito dominó; evitar lutar contra o fluxo; braços erguidos aumentam o risco de esmagamento, então cruze os braços na altura do tórax para facilitar a respiração.

  • Evitar debandadas e ajudar quem estiver próximo: não entre em pânico nem fuja em cima de uma multidão; proteja quem estiver ao redor e procure abrigo seguro ou uma saída menos lotada.

No Carnaval, a muvuca pode se tornar perigosa rapidamente, com risco de esmagamentos e pisoteamentos. Sinais de densidade elevada exigem leitura rápida do ambiente. O objetivo deste guia é orientar como reagir com segurança e evitar incidentes graves.

Especialistas destacam que, em multidões, a pressão pode se transformar em ondas de turbulência. Estudos sobre eventos históricos mostram que a densidade humana é um fator crítico, capaz de causar bloqueios, quedas e asfixia em momentos de pico.

Diante disso, seguem orientações práticas para permanecer seguro em blocos, pontos de festas e desfiles: leia sinais de densidade, mapeie saídas, mantenha o equilíbrio e proteja o corpo para reduzir riscos durante a movimentação.

Entenda os sinais de densidade

Se houver contato constante com outras pessoas sem reclamar, a densidade pode estar entre quatro e cinco pessoas por metro quadrado. Não é momento de pânico, mas sim de sair com calma. Limite o contato e reduza riscos.

Se não for possível mover as mãos livremente ou tocar o rosto, o risco já é alto. A sensação de aperto indica necessidade de evacuação rápida ou mudança de rota.

Mapear os arredores

Avalie as opções: retornar ou avançar? Identifique onde a multidão é mais densa e para onde ela tende a esvaziar. Olhe para cima: uma saída temporária pode ser útil em emergências.

Fique em pé e mantenha o equilíbrio

Caso a saída direta não seja viável, manter-se em pé é crucial. Quedas podem provocar efeito dominó e pisoteamento. Preserve estabilidade para evitar lesões.

Adote uma postura leve

Em vez de resistir ao fluxo, ajuste o corpo mantendo o mínimo de resistência. Ficar ereto é recomendado, porém sem confrontar o movimento da multidão.

Fuja de obstáculos

Barreiras, pilares e objetos baixos podem prender pessoas durante esmagamentos. Evite cercas, carrinhos de ambulantes e outros obstáculos que estejam no trajeto.

Proteja o tronco

Evite braços erguidos. Pressões na região torácica aumentam o risco de esmagamento e asfixia. Cruze os braços e proteja a região costal com as mãos.

Respire com cuidado

A maioria das mortes em multidões resulta de asfixia. Conservem o fôlego: reduza gritos, mantenha o ritmo de respiração estável e procure respirar de forma controlada.

Evite debandadas repentinas

Chamadas como “arrastão” podem desencadear pânico coletivo. Avalie se há abrigo seguro disponível antes de fugir com a massa. O movimento consciente pode evitar traumas maiores.

Cuide de quem está ao redor

Ajuda mútua é fundamental para reduzir danos. Compartilhe informações sobre riscos, indique saídas seguras e proteja pessoas vulneráveis do grupo. A colaboração aumenta as chances de todos sobreviverem.

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