Em Alta NotíciasPolíticaFutebolAcontecimentos internacionaisEsportes

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Projeto que facilita compra da primeira arma avança na Câmara

Projeto na Câmara cria a Política Nacional de Acesso à Primeira Arma de Fogo, com isenção de tributos federais e linhas de crédito; favorece vítimas de violência e áreas vulneráveis

Foto: Bruno Spada/Agência Câmara
0:00
Carregando...
0:00
  • Comissão da Câmara aprovou projeto que facilita a compra da primeira arma de fogo por meio de isenção de tributos e linhas de crédito específicas.
  • A proposta tramita em caráter conclusivo e segue para Finanças, Tributação e Constituição e Justiça; sem votação no plenário, se aprovada, segue para o Senado.
  • O relator Luciano Zucco apresentou substitutivo; o projeto original, de Marcos Pollon, visava criação de comitê gestor e incentivos, mas foi modificado por falta de recursos no Orçamento.
  • A nova versão cria a Política Nacional de Acesso à Primeira Arma de Fogo, com diretrizes para futuros incentivos e financiamentos a serem regulamentados posteriormente.
  • Teriam direito pessoas vítimas de violência com medida protetiva, moradores de zonas rurais ou áreas violentas, ou famílias com renda de até cinco salários mínimos; é exigida nacionalidade, idade mínima, regularidade com a Receita Federal e autorização da Polícia Federal ou do Exército. Quem já possuía registro não seria contemplado.

A Câmara aprovou, na comissão, um projeto de lei que facilita a aquisição da primeira arma de fogo por cidadãos. A proposta cria a Política Nacional de Acesso à Primeira Arma de Fogo e prevê isenção de tributos federais, linhas de crédito públicas e outras medidas de apoio. O objetivo, segundo os autores, é tornar a posse de arma menos onera e expandir o acesso para pessoas sem privilégios econômicos.

A proposição é de autoria do deputado Marcos Pollon, do PL de Mato Grosso do Sul. O relator foi Luciano Zucco, também do PL, que apresentou um substitutivo favorável ao texto. Pollon afirmou que a medida busca democratizar a defesa pessoal, argumentando que a carga tributária atual transforma a posse de arma em privilégio de poucos.

O substitutivo substituiu o modelo original ao apontar problemas jurídicos, principalmente pela falta de indicação de recursos no Orçamento. A nova redação estabelece a criação de uma Política Nacional de Acesso à Primeira Arma de Fogo, com diretrizes para incentivos fiscais e linhas de financiamento a serem regulamentados posteriormente.

Tramitação e próximos passos

O projeto tramita em caráter conclusivo na Câmara. Segue para análise das comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça. Se aprovado, não poderá ser votado pelo plenário e seguirá direto para o Senado, conforme o regime adotado.

Segundo o texto, terão direito à iniciativa vítimas de violência com medida protetiva, pessoas ameaçadas, moradores de zonas rurais ou áreas com alta violência, além de famílias com renda de até cinco salários mínimos. A proposta também prevê requisitos para acesso ao arsenal, como nacionalidade, idade mínima, regularidade com a Receita Federal e autorização da Polícia Federal ou do Exército.

Ainda conforme a proposta, pessoas que já possuiram registro para posse ou porte de arma não seriam contempladas. O objetivo é estruturar critérios de elegibilidade, com a regulamentação de futuras regras por meio de atos normativos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais