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Democratas na cúpula de segurança de Munique pedem que Europa se imponha a Trump

Democratas em Munique pedem que a Europa se opõe a Trump, diante divisão sobre manter cooperação de segurança com os EUA

Gavin Newsom has told Europeans that ‘grovelling to Trump’s needs’ makes them ‘look pathetic on the world stage’.
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  • Democratas vão participar da conferência de segurança de Munique para pedir que a Europa se oponha a Donald Trump, diante da divisão sobre como manter o presidente dos EUA alinhado.
  • A delegação norte‑americana terá críticos de peso, como Gavin Newsom, Alexandria Ocasio-Cortez, Ruben Gallego e Gretchen Whitmer, que são contrários à diplomacia coercitiva do governo atual.
  • O chanceler norte‑americano Marco Rubio liderará a delegação, enquanto europeus divergem entre manter goodwill com os EUA ou adotar uma diplomacia mais firme.
  • Macron defende uma diplomacia mais combativa contra o que chamou de “política de destruição” de Trump; já Mark Rutte sustenta que a segurança europeia depende do relacionamento com os EUA.
  • O debate também aborda se os EUA e a Europa ainda compartilham valores, o papel da China e a busca de uma defesa europeia mais autônoma, mantendo o apoio aos aliados em temas como Ucrânia.

Os democratas dos EUA vão participar, neste fim de semana, da Munich Security Conference para pedir que a Europa se posicione diante de Donald Trump. O evento ocorre em meio a divisões entre líderes europeus sobre como lidar com a política e a diplomacia do presidente americano.

A comitiva Democrata traz críticas ao governo de Trump. Entre os participantes estão Gavin Newsom, Alexadria Ocasio-Cortez, Ruben Gallego e Gretchen Whitmer. Eles devem defender uma postura firme diante de ações consideradas coercitivas.

Marco Rubio lidera a delegação dos EUA no encontro, enquanto a Europa busca equilíbrio entre manter o relacionamento com Washington e resistir a pressões. O objetivo é evitar desgastes e manter cooperação estratégica.

Debates sobre a linha entre cooperação e divergência

Ao longo do evento, a imprensa observa divergências entre líderes europeus. Macron defende uma diplomacia mais firme, enquanto Mark Rutte enfatiza a importância de manter o apoio dos EUA para a segurança europeia.

A conferência ocorre num momento de questionamentos sobre valores comuns e alinhamento político. A discussão envolve a percepção de que o cenário internacional se move para acordos entre grandes potências, com menos ênfase em regras fixas.

Desafios de defesa e relação com a Ucrânia

A defesa europeia ganha peso, com aumento de gastos e prazos de rearme. Em relação à Ucrânia, há cobrança por garantias de segurança que mantenham o lastro norte-americano em qualquer acordo com a Rússia.

Alguns europeus veem mudanças na postura dos EUA, inclusive sobre China e diplomacia multilateral. Itália e Polônia já sinalizam uma distância maior de posições que privilegiavam a influência americana.

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