- O espaço aéreo de El Paso foi fechado de forma abrupta na véspera após a polícia de alfândega dos EUA usar um laser anti-drone emprestado do Departamento de Defesa, sem coordenação com a FAA.
- A ação ocorreu sem alinhamento ou aprovação prévia da Administração Federal de Aviação (FAA).
- Segundo o The New York Times, a medida não foi desencadeada por drones de cartéis mexicanos, conforme alegado pelo governo.
- As autoridades teriam mirado o que julgavam ser um drone de cartel, mas o objeto acabou sendo um balão de festa.
Aeroporto de El Paso teve o espaço aéreo fechado de forma repentina na terça-feira, após funcionários aduaneiros dos EUA utilizarem um laser anti-drone emprestado pelo Departamento de Defesa. A ação ocorreu sem coordenação prévia com a FAA, a autoridade reguladora da aviação civil.
Segundo relatos, a ferramenta foi acionada para interceptar o que se entendia como drone de tráfico de drogas. O episódio levou ao encerramento temporário de voos e áreas próximas, impactando a circulação aérea local. As motivações oficiais não foram detalhadas de imediato.
Fontes próximas ao caso indicaram que a medida ocorreu sem alinhamento com a agência reguladora, gerando questionamentos sobre protocolos de cooperação entre órgãos. O objetivo declarado era conter possíveis ameaças aéreas.
Conforme apurado pelo The New York Times, a versão oficial de que o incidente envolvia drones de cartéis mexicanos não se sustenta. A reportagem afirma que o alvo identificado foi, na verdade, um balão de festa. O episódio gerou debate sobre protocolos de resposta a drones no país.
Autoridades não divulgaram novas informações sobre investigações em curso nem sobre eventuais responsabilizações. O episódio ilustra vulnerabilidades em operações conjuntas entre agências governamentais e a necessidade de coordenação precisa.
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