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Mulheres com bombas suicidas e novas armas fortalecem insurgentes no Paquistão

Recrutamento feminino e arsenal deixado pelos EUA fortalecem insurgentes na Balochistão, ampliando propaganda e tática de ataques

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Police officers inspect the site after militant attacks in Quetta, Pakistan, February 1, 2026. REUTERS/Stringer/File Photo
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  • Vídeos e biografias de mulheres militantes, incluindo Yasma Baloch, foram divulgados pela BLA como propaganda nas redes sociais após recentes ataques.
  • Três das seis bombistas suicidas ocorridas em janeiro participaram das ofensivas que deixaram cinquenta e oito mortos.
  • Autoridades dizem que o recrutamento de mulheres amplia o alcance étnico baloch e que a propaganda online ajuda a atrair apoio nas comunidades locais.
  • O grupo tem se beneficiado de armamentos de origem norte‑americana deixados no Afeganistão; autoridades militares reportam rifles e equipamentos apreendidos.
  • Analistas apontam evolução tática, com uso de drones, comunicações por satélite e maior organização, tornando a BLA uma das forças insurgentes mais letais da região.

Wearing military fatigues with rifles slung over their shoulders, Yasma Baloch and her husband Waseem appear in a heavily edited photograph released by Pakistani insurgents after their final mission: to detonate suicide bombs. The Baloch Liberation Army (BLA) Nível: 2.

A Reuters review found a handful of images and biographies that analysts view as part of a propaganda push to broaden the movement’s appeal in Balochistan, a resource-rich province in southwestern Pakistan. The region hosts major investment projects, including Chinese and U.S. interests.

Three of the January attacks involved women bombers among six female participants, according to Hamza Shafaat, a senior government official, highlighting a spike in female recruitment within the group. Authorities say the overall January attacks killed 58 people.

Aumento de recrutamento feminino e alcance social

Talal Chaudhry, deputy interior minister, afirmou que mais mulheres fortalecem a propaganda do grupo ao ampliar popularidade e alcance, inclusive na comunidade local. Ele disse ainda que o governo atua para coibir o recrutamento online.

Análise de especialistas aponta que o recrutamento de mulheres indica uma evolução na resistência BLA, com apoio de mulheres de diferentes origens socioeconômicas, inclusive com formação universitária. A mudança é descrita como parte de uma estratégia de propaganda e persuasão.

Armamentos e táticas ampliadas

Analistas veem a ofensiva com uso de drones e comunicações por satélite como indicadores de maior capacidade operacional. A BLA tem acesso a armamento pesado, incluindo rifles de fabricação estrangeira, lembrando desde quedas de arsenais no Afeganistão após 2021.

O Exército do Paquistão informou ter apreendido dezenas de rifles de origem dos EUA e dispositivos de visão noturna após ataques recentes na província. Autoridades ressaltam que o arsenal é usado por insurgentes contra forças de segurança e infraestruturas.

Contexto regional e impacto

Os ataques deste início de ano ocorreram em meio a uma escalada de violência na Balochistão, afetando hospitais, prédios governamentais e mercados. A escalada eleva riscos para grandes investimentos previstos na região, incluindo parcerias internacionais.

Especialistas destacam que a participação de mulheres amplifica o impacto estratégico do movimento e a percepção de alcance doméstico. A BLA continua enfrentando ações militares do Paquistão e pressão internacional para reduzir a violência.

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