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Violência policial em protesto em Sydney contra Israel, dizem especialistas

Especialistas veem violência policial em protesto contra Herzog em Sydney como perturbadora e desproporcional, associando-a às restrições governamentais de contenção

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
NSW police punch person multiple times during Sydney anti-Herzog protest – video
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  • Em Sydney, houve protesto contra a visita do presidente israelense Isaac Herzog, com imagens que mostram violência policial durante o confronto próximo ao town hall.
  • Analistas apontam que a resposta policial foi inadequada e que o confronto poderia ter sido evitado.
  • O líder local, o premiê Chris Minns, classificou a atuação como proporcional e defendeu restrições que limitaram marchas dos manifestantes.
  • Especialistas da Universidade de New South Wales pedem revisão das ações, citando possível excesso de uso da força e a necessidade de investigação pelo Law Enforcement Conduct Commission.
  • Especialistas destacam que o manual de uso da força orienta que a força seja empregada apenas quando estritamente necessária, com responsabilidade e possibilidade de justificativa pelas ações policiais.

O que aconteceu: Protesto em Sydney contra a visita do presidente israelense Isaac Herzog terminou com confrontos entre polícia e manifestantes perto da prefeitura, com imagens mostrando agressões a dois grupos durante o cerco policial.

Quem está envolvido: Vídeos e relatos citam Dr Luke McNamara, professor da UNSW, participando do protesto, além de outros especialistas em policiamento que analisam a atuação policial. O governador Chris Minns defendeu as ações, afirmando que houve confrontos repetidos com a contenção.

Quando e onde: O protesto ocorreu na segunda-feira, em frente à prefeitura do centro de Sydney, com desdobramentos no entorno do parlamento estadual, na cidade de New South Wales, Austrália.

Por que: O governo justificou as medidas por medidas de contenção para evitar a marcha de manifestantes entre pontos estratégicos, defendendo a necessidade de manter a ordem pública. Críticos questionaram o uso de força.

Aprofundamento: Segundo especialistas, a resposta policial pode ter sido influenciada por regras de contenção mais rígidas impostas pelo governo, o que, na visão de analistas, elevou o risco de confrontos. O material de referência descreve parâmetros para o uso de força, com foco na proporcionalidade e na necessidade.

Análises e desdobramentos: A avaliação técnico-jurídica aponta que a atuação, em alguns trechos, não parece atender aos critérios legais de uso lícito da força. Especialistas defendem que investigações independentes, por meio do órgão de fiscalização, são necessárias para apurar suspeitas de violência excessiva.

Contexto institucional: O manual da polícia de NSW, divulgado pelo órgão de fiscalização, estabelece que a força usada deve ser apenas a necessária. O texto enfatiza responsabilidade individual no emprego de força. A relevância de uma revisão independente é destacada por especialistas.

Notas adicionais: Tribunais já discutiram casos envolvendo uso de força pela polícia, destacando que decisões devem considerar o contexto e a continuidade de agressões. A divulgação de diretrizes e a avaliação de incidentes costumam exigir análise detalhada de imagens e depoimentos.

Fontes e contexto: As informações sobre o episódio e as reações políticas são provenientes de especialistas da UNSW e de análises jurídicas sobre o tema, com cobertura de veículos de transmissão de notícias.

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