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72% dos adolescentes procuram apoio após problemas online

Pesquisa da Microsoft aponta que 81% dos adolescentes brasileiros que vivenciaram riscos online conversaram com alguém ou denunciaram

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • setenta e um por cento? Q: manter consistência? Não — usar os dados como no texto: 81% dos adolescentes brasileiros que vivenciaram risco online conversaram com alguém ou fizeram uma denúncia.
  • no Brasil, sessenta e três por cento dos entrevistados enfrentaram pelo menos um risco online significativo no último ano.
  • entre os problemas mais relatados estão discurso de ódio (36%), violência gráfica real (28%) e golpes online (27%).
  • noventa por cento dos adolescentes tomaram ações defensivas, como bloquear perfis, encerrar contas ou evitar contatos com a fonte do risco.
  • a Microsoft lançou iniciativas de educação digital, incluindo o Minecraft Education CyberSafe e o guia Microsoft Family Safety para monitorar atividades e limitar uso pelos responsáveis.

A Microsoft divulgou, nesta terça-feira, 10, a Pesquisa Global de Segurança Online, que traz dados sobre como adolescentes brasileiros lidam com riscos na internet. O estudo, realizado anualmente e em sua décima edição, ouviu jovens e adultos de diferentes países para compreender comportamentos online.

Entre os resultados, 81% dos adolescentes brasileiros que vivenciaram algum risco online comunicaram o problema ou realizaram uma denúncia. O índice é visto pela Microsoft como sinal de maior abertura ao diálogo e de resiliência diante das ameaças digitais.

Ainda no Brasil, 63% dos entrevistados relataram ter enfrentado ao menos um risco online significativo no último ano. Os principais problemas apontados incluem discurso de ódio (36%), violência gráfica do mundo real (28%) e golpes virtuais (27%).

As informações destacam diferenças geracionais na percepção de riscos. Adolescentes demonstram maior preocupação com cyberbullying, enquanto faixas etárias mais velhas tendem a se preocupar com fraudes financeiras e golpes online.

Outro aspecto do levantamento mostra ações preventivas. Nove em cada dez adolescentes brasileiros tomaram medidas defensivas, como bloquear perfis, encerrar contas ou evitar contatos suspeitos. A taxa fica acima da média global.

Microsoft aposta em educação digital

A empresa diz ter ampliado sua estratégia de proteção e educação digital para famílias, adolescentes e educadores. Entre as novidades está o jogo educativo Minecraft Education CyberSafe: Bad Connection?, que aborda recrutamento online e radicalização.

A Microsoft também lançou o guia do Microsoft Family Safety, ferramenta de controle parental para monitorar atividades digitais, definir limites e compreender melhor o uso da tecnologia pelos jovens. A iniciativa ocorre em contexto de debates sobre idade de consentimento digital no país.

Especialistas em segurança online destacam a importância do diálogo entre pais e filhos. Segundo o estudo, informação, confiança e canais abertos de conversa são fundamentais para reduzir danos e fortalecer a autonomia dos jovens na internet.

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