- A CPI do Crime Organizado vai ouvir o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o secretário de Segurança Pública, Victor Cesar Carvalho dos Santos, nesta quarta-feira, 11, às 9h.
- O convite foi apresentado pelo relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
- A oitiva visa debater a experiência do Rio de Janeiro como base territorial de facções criminosas, bem como questões de lavagem de dinheiro e dificuldades operacionais.
- A CPI também quer analisar a articulação entre estados e governo federal no enfrentamento dessas organizações e buscar subsídios para propostas legislativas.
- Na terça-feira, 10, devem ser ouvidos a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), e o secretário de Defesa Social do estado, Alessandro Carvalho Liberato de Mattos.
A CPI do Crime Organizado vai ouvir o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e o secretário de Segurança Pública, Victor Cesar Carvalho dos Santos, nesta quarta-feira (11), às 9h. O convite foi apresentado pelo relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
Segundo o requerimento, a participação de Castro e de Santos visa debater a experiência do Rio, um estado considerado base territorial de uma das maiores facções criminosas do país. A oitiva também pode aprofundar o tema da lavagem de dinheiro e as dificuldades operacionais no enfrentamento do crime organizado.
Ainda nesta semana, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), e o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho Liberato de Mattos, serão ouvidos na terça-feira (10). A comissão busca entender políticas de segurança pública em nível estadual, diante da atuação interestadual das organizações criminosas.
A CPI, instalada no Senado, investiga estrutura, operação e redes de influência de facções e milícias em âmbito nacional. O objetivo é compreender a dinâmica dessas organizações e os entraves legais, financeiros e operacionais no enfrentamento do problema.
Ao longo dos trabalhos, a comissão objetiva produzir subsídios para propostas legislativas e políticas públicas de alcance nacional, voltadas ao fortalecimento da segurança pública e à cooperação interestadual.
*(Com informações da Agência Senado)*
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