- EUA acusam a China de realizar testes nucleares e ampliar seu arsenal, após a expiração do New START entre Moscou e Washington.
- O subsecretário dos EUA para controle de armas, Thomas DiNanno, informou expansão sem limites nem transparência do arsenal chinês.
- A Casa Branca voltou a defender um acordo mais amplo que envolva Estados Unidos, Rússia e China.
- O presidente Donald Trump afirmou querer um tratado novo, melhorado e modernizado para substituir o New START.
- O Kremlin informou que delegações dos EUA e da Rússia discutiram a prorrogação do tratado em Abu Dhabi.
A informação de que os EUA acusam a China de realizar testes nucleares intensifica a tensão entre as potências. O governo americano afirma que a China expandiu seu arsenal sem transparência, após a expiração do acordo New Start, que limitava armas estratégicas entre EUA e Rússia. Pequim não participa do tratado.
O subsecretário dos EUA para controle de armas, Thomas DiNanno, disse que a China mantém uma expansão sem limites, sem declarações formais ou mecanismos de verificação. A declaração ocorreu numa conferência sobre desarmamento na sede da ONU, com o governo americano defendendo um acordo mais amplo.
O presidente dos EUA, em rede social, sinalizou interesse em um novo tratado que substitua o New START por ser considerado insuficiente. A ideia é incluir a China, além da Rússia, buscando maior controle sobre arsenais e lançadores de mísseis de longo alcance. A proposta não substitui as limitações atuais de forma automática.
O governo russo informou que delegações dos EUA e da Rússia realizaram consultas em Abu Dhabi sobre a prorrogação do acordo. As autoridades ressaltaram a importância de posturas responsáveis por parte das três nações para avançar em um marco de controle de armas.
A situação ocorre em meio à discussão internacional sobre mecanismos de verificação e transparência. A presença da China no debate sinaliza a busca por um regime mais amplo, que inclua todas as grandes potências, com foco em reduzir riscos estratégicos.
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