- Ministros da defesa da OTAN devem discutir medidas para reforçar a segurança da Groenlândia na reunião da próxima semana, segundo o ministro britânico da Defesa, John Healey.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a sugerir que quer a Groenlândia, o que gerou disputa com a Dinamarca e tensionou a aliança.
- O secretário-geral da OTAN, Jens Mark Rutte, disse ter conversado com Trump sobre como os aliados podem agir de forma coletiva na segurança ártica, mas os detalhes seguem pouco claros.
- A missão Arctic Sentry está em planejamento militar da OTAN como forma de demonstrar que a aliança já está atuando na segurança da Groenlândia.
- Healey afirmou que haverá mais discussões na reunião dos ministros da defesa da OTAN em Bruxelas, e que o Reino Unido tem aumentado o investimento em defesa, buscando acoplar capital privado ao esforço.
NATO deve discutir medidas para reforçar a segurança da Groenlândia em reunião de ministros da defesa na próxima semana, informou o ministro britânico da Defesa, John Healey. A atenção ocorre após a insistência do então presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a aquisição do território.
Healey afirmou que o projeto da missão Arctic Sentry pode evidenciar, aos EUA, que a aliança já avança na segurança da Groenlândia. Segundo ele, os países da NATO devem aprofundar esse trabalho durante o encontro em Bruxelas.
A tensão entre Washington e Copenhague já foi pauta de debates, envolvendo a Dinamarca e seu território ultramarino. O secretário-geral da NATO, Jens Stub, afirmou que os aliados discutiram a cooperação para a segurança no Ártico, sem revelar detalhes.
A NATO já mantém planejamento militar para a missão Arctic Sentry, descrita como uma vigilância ampliada na região. Não ficou claro se o tema seria central na reunião marcada para 12 de fevereiro.
O governo britânico tem aumentado os gastos com defesa em resposta à guerra na Ucrânia e às cobranças de Trump para que os aliados aumentem o investimento. Healey sinalizou interesse em fontes de capital privado para acompanhar o crescimento dos investimentos públicos.
Durante evento corporativo, o ministro sugeriu que o financiamento privado pode acompanhar o aumento dos recursos públicos destinados à defesa, ressaltando a necessidade de ampliar o apoio à capacidade de dissuasão da aliança.
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