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Homens armados mataram 162 pessoas em ataque no oeste da Nigéria

O ataque a Woro, em Kwara, deixa ao menos 162 mortos; governo atribui o atentado a células terroristas e continua buscas por corpos

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Nigeria has been grappling with a myriad of security crises in recent months (picture from June 2025 following an attack by gunmen in Yelewata). Photograph: AP Photo/AP
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  • Homens armados atacaram Woro, vilarejo em Kwara, sudoeste da Nigéria, e o saldo subiu para 162 mortes, segundo a Cruz Vermelha.
  • O governo local atribui o ataque a “células terroristas” e a polícia confirmou o ataque, com buscas por mais vítimas em curso.
  • Suspeitos incendiaram lojas e o palácio do rei; o paradeiro do soberano permanece desconhecido.
  • O país enfrenta crises de segurança; o Exército afirma ter intensificado operações em Kwara, com reportes de neutralização de centenas de agressores.
  • Autoridades locais aplicaram toque de recolher em áreas específicas e fecharam escolas por semanas, com reabertura recente.

O ataque a uma vila de Woro, no estado de Kwara, no oeste da Nigéria, deixou pelo menos 162 mortos, segundo um representante da Cruz Vermelha. Os serviços de socorro informaram que ainda há trabalhos de busca por corpos, elevando o saldo anterior de 67.

A polícia confirmou o episódio e o governo estadual atribuiu o ataque a células terroristas. Observadores locais relatam que as ações ocorreram por volta das 18h, horário local, quando os gunmen teriam invadido a vila, incendiando lojas e o palácio do rei. O paradeiro do monarca local permanece desconhecido.

Entre os envolvidos, destacam-se os chamados bandits, grupos armados que operam em várias regiões do país, além de pressões decorrentes de campanhas de combate ao terrorismo. O governador AbdulRahman AbdulRazaq condenou o ataque como uma expressão covarde de frustração de células terroristas.

Contexto e desdobramentos

O governo estadual adotou medidas de segurança, incluindo toque de recolher em áreas específicas e o fechamento temporário de escolas, que foram reabertas na segunda-feira. As forças armadas afirmam ter ampliado operações contra jihadistas e bandos armados, com relatos de neutralização de diversos combatentes.

A crise de segurança no país é marcada por conflitos intercomunitários na região central, além de ações de jihadistas no norte e noroeste. O governo federal tem reiterado que trabalha para reduzir a violência, sem indicar datas para normalização.

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