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Unidades paramilitares do ICE e CBP no centro dos homicídios em Minnesota

Unidades táticas do DHS envolvidas em operações em Minnesota elevam debate sobre uso de força, prisões e políticas de atuação

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • Dois agentes de unidades paramilitares do DHS estiveram envolvidos em mortes de cidadãos em Minneapolis, ligados ao ICE SRT, CBP SRT e ao BORTAC.
  • As equipes atuam de forma similar a forças especiais, com táticas militares, em operações relacionadas à imigração.
  • As mortes envolvem o ICE SRT Jonathan Ross, que matou Renee Good em janeiro, e o CBP SRT Raymundo Gutierrez, identificado como atirador de Alex Pretti.
  • A atuação ocorre em Minnesota, com desdobramentos também em sul da Califórnia e Illinois, gerando mudanças de comando e estratégia nas operações.
  • Relatos indicam flexibilização de diretrizes de uso da força e ações sem mandado em situações anteriores, ampliando debates sobre responsabilização e supervisão.

O que aconteceu: agentes de unidades táticas do DHS, incluindo ICE SRT, CBP SRT e BORTAC, estiveram na linha de frente de confrontos em Minneapolis, resultando em mortes de civis. Dois casos recentes envolvem mortes de cidadãos norte-americanos em janeiro.

Quem está envolvido: agentes das unidades SRT do ICE, SRT do CBP e a BORTAC. Em Minneapolis, o agente Jonathan Ross, do ICE SRT, é apontado como responsável pela morte de Renee Good. Também em Minnesota, Raymundo Gutierrez, do CBP SRT, foi identificado como um dos atiradores na morte de Alex Pretti.

Quando e onde: os incidentes ocorreram no início de janeiro, em Minneapolis, Minnesota. As ações se enquadram no contexto de operações de varredura e resposta rápida realizadas por unidades táticas do DHS.

Por que ocorreu: as operações integram estratégias de ações rápidas contra supostos criminosos, com uso de táticas consideradas militares. As equipes são descritas como adaptadas de forças especiais, não de policiamento urbano comum, ampliando debates sobre limites legais e de uso da força.

Contexto e desdobramentos: o DHS tem mantido, segundo reportagens, operações com equipes de contenção em diversas cidades, com foco em imigração e segurança fronteiriça. Relatórios apontam uma transformação de políticas de atuação, elevando o emprego de táticas de alto impacto em ações de preso e detenção.

Quem está por trás: Gregory Bovino chefiava operações de varredura em Minnesota e outras cidades; Tom Homan assumiu em Minnesota com tom de endurecimento tático. Houve mudanças de comando e diretrizes admitidas, segundo veículos de imprensa, sem detalhar consequências legais para os agentes.

Contexto legal e operacional: dados de agências indicam que as unidades SRT e BORTAC operam sob orientações de combate ao crime com uso de força, evitando, em alguns casos, a necessidade de mandados judiciais. Relatos citam mudanças de protocolo e discussões sobre limites de atuação em operações de busca e arresto.

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