- A Síria disse ter detido um grupo responsável pelos ataques recentes ao aeroporto militar Mezzeh, em Damasco.
- Investigadores apontam que as armas usadas nas ofensivas têm origem no Hezbollah, aliado do governo sírio.
- O Ministério do Interior informou que as autoridades prenderam todos os membros do grupo após monitoramento de possíveis locais de lançamento na capital.
- Foram apreendidos vários drones que o grupo planejava usar em operações futuras.
- A polícia disse que os detidos tinham ligações com entidades estrangeiras não identificadas; o Hezbollah negou envolvimento.
A partir das investigações sobre os ataques ao aeroporto militar de Mezzeh, em Damasco, a polícia síria deteve um grupo responsável pelos disparos. As autoridades afirmam que as armas usadas tiveram origem fora do país, vinculadas a Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã.
O Ministério do Interior informou que as unidades de segurança prendeu todos os integrantes do grupo após monitoramento de alvos de lançamento em várias áreas da capital. A operação visou interromper ações futuras.
As investigações apontam que as armas vieram do Líbano, ligadas a Hezbollah, aliado de Bashar al-Assad. O grupo nega envolvimento e alegou não manter atividade com nenhum grupo na Síria.
Drones e desdobramentos
Também foram apreendidos drones em posse do grupo, que eram preparados para uso em operações adicionais, segundo a declaração oficial.
Autoridades não detalharam as ligações externas dos detidos, apenas mencionaram vínculos com entidades estrangeiras não identificadas. A Reuters informou, em novembro, sobre planos dos EUA de ampliar presença militar em Damasco, tema negado pelo governo sírio.
Entre na conversa da comunidade