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CardPuter: por que o “computador-cartão” virou febre

CardPuter, apresentado como plataforma de IoT, pode facilitar golpes online; risco eleva-se em redes abertas, com medidas de proteção recomendadas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
CardPuter: por que um “computador-cartão” virou febre
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  • O CardPuter da M5Stack é apresentado como plataforma de experimentação para IoT, automação e interfaces simples, útil para testes e projetos, mas pode ser usado para sondar redes.
  • Ambientes com Wi‑Fi aberto, roteadores antigos e portais de login mal implementados, como hotéis, cafés, aeroportos e eventos, criam risco de interceptação de tráfego e spoofing.
  • Previna-se usando rede com senha individual quando disponível, rede VIP/corporativa, ou acesso por 4G/5G para tarefas sensíveis; evite redes genéricas em locais públicos.
  • Siga o checklist: desative conexões automáticas de Wi‑Fi/Bluetooth, use VPN confiável, ative 2FA, mantenha firewall ativo no notebook e verifique HTTPS nos sites.
  • Em caso de risco, desconecte da rede suspeita, troque senhas, revise sessões ativas e use 2FA; preferir redes confiáveis ou VPN para atividades sensíveis.

O CardPuter, um módulo da M5Stack, ganhou atenção de especialistas em segurança por dois motivos: preço baixo e potencial de uso para golpe na internet. O equipamento é promovido como plataforma de experimentação para IoT, automação e interfaces simples, com aplicações legítimas e riscos no uso indevido.

Especialistas destacam que, embora seja útil para monitoramento, automação e prototipagem, o CardPuter opera com rádio e pode sondar redes ou automatizar ações inadequadas. A informação preocupa quem trabalha com cibersegurança e planejamento de redes.

O que é o CardPuter

O dispositivo é descrito como ferramenta para desenvolver ideias, testar sensores e criar controles de automação. Em aplicações domésticas, pode monitorar temperatura, criar atalhos ou registrar dados. Em situações maliciosas, pode facilitar intrusão em redes.

Cenários de vulnerabilidade comuns

Ambientes com Wi-Fi aberto, roteadores antigos e muitos usuários no mesmo SSID criam riscos. Portais de login mal implementados podem facilitar interceptação de tráfego, spoofing e redirecionamento para páginas falsas, expondo dados pessoais.

Boas práticas para evitar riscos

Em hotéis, prefira redes com senha por quarto ou opções VIP corporativa e questione proteção de clientes. Em cafés ou coworkings, utilize o 4G/5G para tarefas críticas. Em aeroportos e eventos, desconfie de redes genéricas ou duplicadas.

Checklist de defesa no celular e no notebook

Desative Wi-Fi e Bluetooth automáticos; use VPN em redes públicas; ative 2FA; mantenha firewall ativo; não compartilhe rede; verifique HTTPS; evite logins via links recebidos.

O que fazer em caso de suspeita

Desconecte da rede suspeita, esqueça o SSID oficial, reinicie o Wi-Fi e reconecte apenas se confirmar a veracidade. Troque senhas, revise sessões ativas e ative alertas de login. Use apenas redes confiáveis ou VPN para atividades sensíveis.

Este conteúdo foi elaborado com apoio de inteligência artificial e revisado por um jornalista do ToqueTec.

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