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Celulares descartáveis e bolsas de chumbo táticas britânicas na China

Equipe de Starmer adota telefones descartáveis, SIM novos e e-mails temporários na viagem à China para evitar espionagem, dificultando contato dos ministros

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Keir Starmer makes an announcement to members of the UK delegation as his plane arrives in China on Wednesday.
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  • A equipe de Keir Starmer usa telefones de uso descartável, novos cartões SIM e endereços de e‑mail temporários em viagem à China para evitar spyware e invasões aos sistemas do governo.
  • Essas precauções são padrão em visitas à China há mais de uma década, dada a expectativa de espionagem; telefones de uso único são comuns em grandes encontros internacionais, mas não em visitas a aliados ou parceiros do Five Eyes.
  • Em 2018, Theresa May foi orientada a “se vestir de baixo dos cobertores” para evitar câmeras de espionagem durante viagem a Pequim; também se menciona rotina de hotéis em Shenzhen para dificultar acesso de equipamentos.
  • Existem relatos de medidas adicionais, como a garantia de um oficial de proteção pessoal alto para acompanhar o premier e a equipe, e o uso de bolsas de chumbo para guardar dispositivos ao entrar em prédios diplomáticos.
  • A prática leva a ministros ficarem fora do contato comum durante a viagem, o que pode dificultar comunicações com familiares; exemplo citado é o caso de Vince Cable em 2014, que ficou sem celular durante visita à China.

Em viagem à China, estruturas de segurança de alto nível são norma para autoridades britânicas, com medidas que visam evitar espionagem digital. O time de Keir Starmer utiliza telefones descartáveis, novos chips e emails temporários para reduzir riscos de hackeamento.

A prática de precaução tecnológica, comum em deslocamentos oficiais, inclui estratégias que vão além de simples redundâncias. Em missões ao exterior, ferramentas como burner phones aparecem como protocolo padrão, especialmente em cenários de alto interesse estratégico.

Medidas específicas de proteção

Relatos indicam que, em visitas à China, camadas de segurança acompanham ministros desde o embarque, com atenção a dispositivos próprios e ambientes de hotel. Barrar dispositivos e evitar redes corporativas são táticas recorrentes para blindar comunicações.

Entre os precedentes, há menções a alertas de segurança recebidos por ex-primeiras-ministra Theresa May antes de viagem a Pequim, em 2018, incluindo orientações para evitar gravação de imagens sensíveis. Essas recomendações circulam entre autoridades e equipes de apoio.

Casos históricos de vigilância e cautela

Historicamente, delegações são acompanhadas por equipes de proteção pessoal de grande estatura para monitoramento próximo. Em operações anteriores, incidentes envolvendo contatos com pessoas locais alimentaram programas de contenção de riscos durante visitas oficiais.

Durante cúpulas internacionais, há relatos de práticas como armazenar celulares em bolsas com chumbo ao ingressar em consulados ou prédios diplomáticos, a fim de evitar interceptação em redes capazes de capturar dados.

Impactos práticos e comunicações

A intensificação de medidas de segurança pode restringir o contato direto de ministros com familiares durante viagens, exigindo coordenação por meio de secretários ou assessores próximos. Em casos passados, isso também impactou a comunicação de figuras políticas com aliados locais ou nacionais.

Ao longo das décadas, casos de controvérsia envolvendo comunicação e segurança política foram mencionados em relatos de funcionários e assessores, destacando a constante tensão entre transparência institucional e proteção de informações sensíveis.

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