Em Alta NotíciasAcontecimentos internacionaisFutebolConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PF determina retorno de Eduardo ao cargo de escrivão, salário e funções

PF determina retorno de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão, com salário inicial de cerca de R$ 14 mil que pode chegar a R$ 20 mil; ausências podem gerar medidas disciplinares

Imagem do autor
Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, estava afastado do cargo de escrivão da Polícia Federal desde que assumiu como parlamentar
0:00
Carregando...
0:00
  • A Polícia Federal determinou que Eduardo Bolsonaro volte a exercer a função de escrivão, com salário inicial de cerca de R$ 14 mil e possibilidade de chegar a aproximadamente R$ 20 mil.
  • Ele estava afastado da PF durante o mandato como deputado e não recebia salário como escrivão; com a perda do mandato, precisa se apresentar novamente à corporação.
  • A função de escrivão na PF envolve cumprir formalidades processuais, lavrar termos e autos, acompanhar diligências e responsabilizar-se por fianças e objetos de apreensão, entre outras atribuições.
  • Eduardo afirma que não deve retornar ao Brasil, mas não pretende abdicar do cargo público e crítica a determinação da PF em suas redes sociais.
  • A ausência sem justificativa pode levar a medidas administrativas e disciplinares, incluindo possível demissão por abandono de cargo.

Após a Polícia Federal determinar que Eduardo Bolsonaro volte a exercer a função de escrivão, o ex-deputado afirmou que não deve retornar ao Brasil nem abandonar o cargo público. A decisão da PF envolve o retorno à atividade na corporação, com remuneração prevista.

A remuneração inicial para escrivão da PF é de cerca de R$ 14 mil, podendo chegar a ~R$ 20 mil no teto da carreira. O cargo implica cumprir formalidades processuais, lavrar termos e acompanhar diligências, entre outras atribuições.

Funções do cargo

Segundo o órgão, o escrivão deve cumprir termos, autos e mandados, acompanhar autoridades em diligências e zelar pelo valor de fianças e objetos apreendidos. Também precisa cumprir medidas de segurança orgânica e desempenhar atividades policiais e administrativas.

Consequências de ausência

Eduardo criticou a determinação em redes sociais, dizendo que não entregará o cargo público de mãos beijadas. Ele alegou não abrir mão de privilégios parlamentares. A PF pode abrir processo administrativo disciplinar por abandono de cargo caso a ausência seja comprovada sem justificativa.

Situação atual

A perda de mandato foi anunciada anteriormente, e o ex-deputado ainda não confirmou retorno definitivo ao cargo público. A PF mantém firme a diretriz de que Eduardo retorne ao serviço ativo na instituição.

As implicações administrativas rendem discussão sobre prazos, comprovação de frequência e eventual demissão caso haja ausência injustificada.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais