- O FBI informou às autoridades que o alerta sobre possível retaliação do Irã, com ataques por drones na Califórnia, baseou-se em um único tip não verificado.
- A mensagem foi divulgada pelo secretário de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, na quinta-feira, dizendo que não houve nem há ameaça desse tipo contra os EUA.
- O alerta confidencial foi emitido pelo FBI via o Los Angeles Joint Regional Intelligence Center e apareceu publicamente na quarta-feira, durante o conflito que começou no fim de fevereiro.
- O material indicava que, se os EUA realizassem ataques contra o Irã, o Irã “allegadamente” pretendia um ataque surpresa com veículos aéreos não tripulados a partir de uma embarcação no mar contra a Califórnia.
- O presidente Donald Trump comentou que não está preocupado com ataques respaldados pelo Irã e rejeitou a ideia de uma escalada até o território americano.
O FBI emitiu um alerta a agências de segurança no mês passado sobre a possibilidade de retaliação do Irã, com ataques de drones na Califórnia caso os Estados Unidos realizassem ataques contra o Irã. A Casa Branca informou que a ameaça teria partido de uma única dica não verificada e que não houve, nem há, risco semelhante ao território americano.
O alerta foi divulgado pelo Los Angeles Joint Regional Intelligence Center, órgão de inteligência regional que reúne várias agências. Segundo as informações citadas, o material de fevereiro sugeria que o Irã poderia tentar um ataque surpresa com drones lançados de um navio contra alvos na Califórnia.
Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, publicou em rede social que o alerta se baseou em um único e-mail enviado a autoridades locais da Califórnia, contendo a dica não verificada. A mensagem ressaltou que não havia ameaça existente ao solo nacional.
A notícia inicial foi divulgada pela ABC News. Em resposta, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse não estar preocupado com ataques iranianos financiados pelo Irã às áreas dos Estados Unidos. O episódio ocorre no contexto de conflito que se intensificou após ações militares em 28 de fevereiro.
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