O estudo, realizado pela Universidade Cornell e pela Universidade Northeastern, envolveu 4.300 funcionários de diferentes setores e analisa o que os pesquisadores chamam de “supersimplificação motivacional”. A ideia é que quem gosta do próprio trabalho tolera tarefas extras sem compensação adicional.
Em uma pesquisa com 834 gerentes intermediários, 55% indicaram o funcionário considerado mais motivado para receber tarefas adicionais. Mesmo com dados sobre idade, experiência e desempenho, a percepção de motivação teve peso dominante na decisão.
Também houve um experimento de laboratório com três pessoas por grupo, em que uma atua como gerente e as demais como funcionários disputando um bônus. Nessa configuração, 74% dos participantes escolheram o funcionário visto como mais motivado para receber o bônus.
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