- A República Democrática do Congo tem novecentos casos suspeitos de Ebola, com 101 casos confirmados, segundo a Organização Mundial da Saúde.
- A epidemia, declarada em quinze de maio, já cruzou fronteiras; Uganda confirma sete casos.
- A OMS ativou alerta internacional; a cepa Bundibugyo não tem cura nem tratamento específico, e a mortalidade pode chegar a cinquenta por cento.
- O Ministério da Saúde da RDC informa que 204 mortes estão sob investigação; a organização não divulgou o total de mortes confirmadas ou suspeitas.
- Em Uganda, foram confirmados sete casos e uma morte até o momento.
A RDC registra mais de 900 casos suspeitos de ebola, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A epidemia declarada em 15 de maio já rompeu fronteiras, atingindo a Uganda, que confirma casos adicionais.
A OMS aponta 101 casos confirmados na RDC até o momento, conforme publicação do diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus. Detalhes sobre mortes ainda não foram divulgados pela instituição.
Na RDC, o Ministério da Saúde informou que 204 mortes estão sob investigação, em atualização publicada na véspera. A confirmação de óbitos varia conforme a vigilância local.
Uganda confirmou nesta segunda-feira 25 dois novos pacientes com o vírus, elevando o total de casos confirmados para sete, com uma morte atribuída à doença. A OMS manteve o alerta internacional.
O atual surto é provocado pela cepa Bundibugyo, para a qual não há cura nem tratamento específico. A taxa de mortalidade associada pode chegar a 50% em mucas situações.
O ebola tem apresentado impactos persistentes no continente africano, com mais de 15 mil óbitos registrados nos últimos 50 anos, segundo dados históricos.
Fontes oficiais na RDC e Uganda indicam que a vigilância e a comunicação de casos permanecem como prioridades da resposta internacional, com apoio da OMS e parceiros. AFP participou da apuração.
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