- Ministério da Saúde reabre quarenta e dois leitos no Hospital Federal da Lagoa, sendo vinte e seis para internação, aumentando a capacidade em vinte e cinco por cento; investimento de R$ vinte milhões e0ntegral ao programa Agora Tem Especialistas.
- A reestruturação inclui melhorias na infraestrutura, sistema elétrico e climatização, com foco na redução de filas do SUS; em 2025 houve aumento de mais de cinquenta por cento no número de cirurgias dessas unidades.
- O hospital recebe cem por cento novos colaboradores (duzentos) via integração com o Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz, que reforça a parceria para a reestruturação.
- A unidade deve se tornar base do novo Instituto IFF/Fiocruz, ampliando UTIs neonatal e pediátrica, fortalecendo oncologia, saúde da mulher, criança e adolescente, e modernizando a infraestrutura.
- Além do Lagoa, outras federais no Rio de Janeiro — como HFA, HFB, HFCF e HFSE — avançam na expansão de leitos e serviços; o governo já investiu R$ 1,4 bilhão, com aumento de 27% no total de leitos.
O Ministério da Saúde reabriu 42 leitos no Hospital Federal da Lagoa (HFL), elevando a capacidade de atendimento no Rio de Janeiro. Desses, 26 se destinam à internação que ficou fechada por cinco anos. A ação integra o programa Agora Tem Especialistas, que visa reestruturar hospitais federais da rede.
O investimento total é de R$ 20 milhões, com recursos destinados a infraestrutura e modernização. Entre as melhorias estão sistema elétrico, climatização e ações para reduzir filas no SUS, ampliando atendimentos em clínica médica e pós-operatórios.
O ministro Alexandre Padilha participou da cerimônia, nestas quinta-feira, 14, e destacou avanços na qualificação do HFL e na reestruturação dos hospitais federais do estado. Em 2025, ele afirmou, houve aumento expressivo no número de cirurgias.
A obra prevê ainda a incorporação de 200 novos colaboradores, em integração com o Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz. O objetivo é fortalecer a rede de alta complexidade da saúde da mulher, da criança e do adolescente.
Reestruturação e ampliação da rede federal
O projeto aponta a inauguração de futuras bases no HFL para o Instituto IFF/Fiocruz, com expansão de UTIs neonatal e pediátrica. Também haverá fortalecimento de oncologia, doenças raras e saúde reprodutiva, além de modernização da infraestrutura.
Ao todo, o Governo do Brasil divulgou a expansão de leitos e serviços em outras unidades federais do Rio. O investimento total já chega a R$ 1,4 bilhão, elevando em 27% o número de leitos na região.
Nomeação de servidores e avanços adicionais
Na mesma agenda, Padilha assinou portarias que nomeiam mais de 300 servidores para institutos federais no Rio de Janeiro e no Pará. As nomeações são via Concurso Público Nacional Unificado 2.
Os novos cargos contemplam unidades como INCA, INC, INTO, IEC e CENP, fortalecendo a atuação da rede federal. Além disso, hospitais como HFA, HFB, HFCF e HFSE avançaram na reabertura de leitos e serviços.
Atendimento em Mesquita e Nilópolis
Em Mesquita, o ministro visitou o Complexo de Saúde São José, que passou por modernização. A unidade oferece 25 especialidades médicas e atende cerca de 10 mil pessoas por mês, com repasse federal ampliado em 20%.
O município de Nilópolis também recebeu reforço no financiamento. A expectativa para 2026 é de R$ 44 milhões para custeio da saúde, frente a R$ 18,3 milhões em 2022, acompanhando a expansão da rede.
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